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Novembro 6 2019

Sabia que os quilómetros do carro podem ser alterados?

A quilometragem falsa é um problema comum a uma variedade de veículos que circulam todos os dias nas estradas portuguesas. Saiba como confirmar os quilómetros do carro.   No entanto, há forma de saber se os quilómetros do veículo foram alterados: VERIFICAR A DOCUMENTAÇÃO DO VEÍCULO A falsificação do conta-quilómetros pode ser verificada nos documentos do automóvel. Rever o livro de revisões do veículo, verificar se está carimbado, se as datas estão corretas, se não foram alteradas, assim como se não faltam páginas. A quilometragem também costuma estar apontada em cada inspeção: se o carro com 10 anos apenas andou 20-30 mil quilómetros, é provável que esteja alterado. Se possível comparar o número de quilómetros rodados desde a última revisão com as revisões anteriores. VERIFICAR AS CONDIÇÕES DO VEÍCULO A primeira coisa a fazer é verificar como estão as peças do automóvel em termos de desgaste. Não percebendo muito de carros ou mecânica, é possível pedir ajuda a um profissional para ter uma opinião imparcial e justa. Um mecânico, por exemplo, pode dizer se o desgaste das peças corresponde aos quilómetros indicados. Os sinais de desgaste estão presentes tanto no interior (pedais, volante, travões, embraiagem, borrachas etc), assim como no exterior (estado da pintura, aparência da zona frontal do capô). Podem não ser uma resposta exata, mas estes são sinais que podem indicar se o veículo tem mais quilómetros do que o painel indica. Tenha cuidado com carros com quilómetros alterados. Num enquadramento legal, é mesmo possível reunir provas que indiquem que a adulteração de quilómetros teve como objetivo uma venda, e a real intenção de enganar.

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Novembro 6 2019

Sinalize com os “piscas” para ser entendido

É difícil encontrar alguém que não se irrite quando se depara com uma manobra não assinalada. É complicado gerir a surpresa com que somos “presenteados” pelos outros condutores… Mas são só os outros ou você também o faz?   Quando deve sinalizar as manobras As imprudências no trânsito podem sair caras, não só a nível material como também humano. O Código da Estrada estabelece um conjunto de regras que os condutores devem seguir. Antes de realizar a manobra o condutor deve, previamente, certificar-se que a pode realizar em condições de segurança e sem causar perigo ou entrave para o trânsito. Como forma de simplificar as situações e a forma de sinalizar, mostramo-las agrupadas por tipo de sinal que deverá usar. Pisca, serve para indicar: Mudança de faixa, ou de direção. Ligue-o, antecipadamente, para o sentido que deseja ir. Mas antes confirme, no retrovisor, se estão reunidas as condições de fazer a manobra e, só então, efetue a manobra; Se estiver procurando lugar de estacionamento. Isso evitará que o carro de trás fique muito próximo e impeça que a manobra de estacionamento seja realizada. Na presença de um ciclista, um veículo de tração animal ou outro obstáculo na via, basta sinalizar com para avisar ao condutor de trás sobre o fato. Mas não é necessário trocar de faixa, basta desviar a distância regulamentar; Utilize o pisca mesmo quando for o único veículo na estrada, assim ganhará o hábito de sinalizar as manobras. Quando deve usar os 4 piscas Luzes de perigo, ou seja, 4 piscas, devem ser usados para: Sinalizar e indicar aos outros condutores que o precedem de algo inesperado, como, por exemplo, algum buraco grande, obstáculo ou animais na via; Avisar ao condutor de trás que irá parar para deixar peões atravessarem em zonas sem semáforo. Caso se aperceba que o veículo de trás vem em alta velocidade, é aconselhável não parar; Parar para que passageiros embarquem ou desembarquem no carro; Avisar que será solidário e dará passagem para que um veículo que se encontra na via lateral entre no fluxo da via principal. O mesmo deve acontecer se a vez for dada passagem a veículos que estejam a sair de um estacionamento. O que diz a lei O condutor está obrigado a assinalar com a necessária antecedência a sua intenção. Para tal deverá utilizar a luz de mudança de direção prevista no Código da Estrada, no seu Artigo n.º 60. Onde consta que deverá ligar o pisca do lado correspondente ao da deslocação lateral do veículo e, no caso de redução de velocidade, a da direita. Assim, sempre que um condutor pretender reduzir a velocidade, ou parar, está obrigado a assinalar com a necessária antecedência a sua intenção. Conforme consta no Artigos n.º 48 a 52. Devendo o sinal manter-se ligado enquanto efetua a manobra e terminar logo que esta esteja concluída. Não esqueça de indicar, antecipadamente, o momento em que irá iniciar a marcha. A sinalização das manobras deve ser entendida não só pelos outros condutores, como também, pelos peões. Pois assim o peão saberá para onde o condutor pretende se dirigir podendo adequar o seu movimento. O condutor ao adotar uma atitude responsável e consciente, mantêm todos informados das suas intenções. A falta de sinalização das manobras, a sinalização incorreta ou mesmo a sinalização não atempada da respetiva manobra pode levar os outros veículos a não entenderem o que pretende realizar. Assim, a probabilidade de se envolver num sinistro aumenta exponencialmente. Uma condução defensiva deve ser executada sempre, independentemente do comportamento dos outros condutores e peões. Por pior que seja a situação que os outros lhe criam, devido à falta de sinalização das manobras, deve manter a calma e evitar mais complicações. Já agora, num tom mais ligeiro e caso dúvidas existissem, os gestos obscenos não são considerados como sinalização de manobras. Esteja atento quando estiver ao volante. Caso seja multado, o Multa Zero ajuda-o a contestar as suas multas de trânsito para que possa manter os seus pontos e a sua carta de condução. Ligue para o 211 455 416 ou envie-nos um email para apoio@multazero.pt e exponha o seu caso juntamente com o seu auto. Nós tratamos da sua defesa.

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Novembro 6 2019

Dicas da ANSR – Como transportar crianças em transportes públicos

Damos-lhe a conhecer os conselhos da ANSR, no que diz respeito às boas práticas de como transportar crianças em transportes públicos.   Sempre que as crianças viagem em transportes públicos, importa ter em conta as seguintes recomendações segundo a ANSR: Nos táxis ou TVDE, tal como no carro da família, e mesmo em trajetos curtos, recomenda-se que as crianças usem cinto de segurança e cadeirinha adequada; Enquanto esperam pelo transporte público, como o autocarro, devem manter-se afastadas da faixa de rodagem. Nunca deverão entrar ou sair do veículo em andamento e as crianças mais pequenas deverão ir seguras pela mão de um adulto; Nos autocarros, existem lugares reservados que devem ser utilizados por quem viaja com crianças pequenas ao colo (encostadas aos adultos e presas pela cintura); As crianças mais velhas viajarão mais seguras sentadas e, no caso de não haver lugares livres, devem segurar-se firmemente aos varões; Ao saírem do veículo, e antes de atravessarem, as crianças devem esperar que este se afaste para verem e serem vistas pelos outros condutores; Em viagens de longo curso, são preferíveis veículos com cintos de segurança onde as cadeirinhas das crianças possam ser instaladas.

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Novembro 6 2019

Radares da VCI vão começar a multar este mês

Os radares da VCI, no Porto, vão entrar em funcionamento, passando a autuar quem exceder os 80 quilómetros/hora, o limite de velocidade fixado.   Os radares da Via de Cintura Interna, VCI, no Porto, vão entrar em funcionamento neste mês, passando a autuar quem exceder os 80 quilómetros/hora, o limite de velocidade fixado. Quem o garante é a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, ANSR, a entidade que tem competência para aplicar multas. “A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária está a promover testes, prevendo-se que os radares entrem em funcionamento durante o corrente mês de novembro”, é referido. Também consta na resposta que a ANSR dá este passo após a “Infraestruturas de Portugal, IP, ter concluído os trabalhos de modernização e compatibilização dos radares que possui na VCI”.  Na realidade, o investimento na modernização dos pórticos, na ordem dos 100 mil euros, esteve a cargo da IP, que os apetrechou tecnicamente e tornou-os capazes de recolher a informação e transmiti-la diretamente à ANSR. Em julho, ao JN, a IP havia referido que só seriam passadas multas quando estivesse ultimada a “articulação entre todas as entidades interessadas”. Na altura, foi ressalvado que o “sancionamento dos infratores é da competência da ANSR”. Da parte da IP foi dito, igualmente, que “a dinamização deste processo tem unicamente em vista a acalmia do tráfego e consequente redução da sinistralidade”. Como é público, a VCI é uma das estradas mais congestionadas da Área Metropolitana, com um elevado número de acidentes.  Na VCI existem ainda duas caixas de radares (junto ao Freixo e do acesso da A3, sentido Arrábida/Freixo) integradas no sistema SINCRO. É um projeto nacional – 50 caixas e 30 radares. Os radares vão rodando pelas diferentes estradas, pelo que nem sempre estão na VCI a multar. Dois radares fixos que nem sempre estão a funcionar Na VCI existem ainda duas caixas de radares (junto ao Freixo e do acesso da A3, sentido Arrábida/Freixo) integradas no sistema SINCRO. É um projeto nacional – 50 caixas e 30 radares. Os radares vão rodando pelas diferentes estradas, pelo que nem sempre estão na VCI a multar.

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Novembro 6 2019

6 dicas para uma condução segura no outono

Prepare-se para as condições adversas do outono.   Depois de um verão que, ano após ano, tende a prolongar-se até aos dias mais altos do mês de outubro, finalmente o outono se faz sentir. Nesta meia estação podemos esperar um contexto climático inconstante, entre dias de sol e de temperaturas agradáveis e dias de frio, de chuva e até de nevoeiro. No caminho para uma estação do ano (infelizmente) favorável ao aumento dos acidentes rodoviários, aproveitamos para lhe deixar algumas recomendações para uma condução segura.   1. Consulte o estado do tempo e do trânsito antes de conduzir Informe-se a priori sobre as condições climatéricas previstas para os vários períodos do dia, bem como o estado do trânsito nas zonas por onde prevê circular. Assim, conseguirá evitar acidentes, engarrafamentos e percursos que apresentem condições adversas e poderá, também, tomar as precauções certas para uma condução segura.   2. Verifique o estado dos pneus É importante adaptar a sua condução ao estado da via no outono e no inverno, uma vez que a chuva e o gelo poderão condicionar a distância de travagem. Também no verão, se o seu carro não estiver numa garagem, os seus pneus poderão ficar ressequidos. Não corra o risco de andar na estrada com pneus desgastados e com pouca aderência ao piso. Recomendamos que, ao fazer o check-up habitual ao seu veículo, tenha particular atenção ao estado dos pneus.   3. Garanta o bom estado do limpa para-brisas As escovas dos limpa para-brisas sofrem um grande desgaste com a sua utilização e com a sua exposição às variadíssimas condições climatéricas. Conduzir com um limpa para-brisas em mau estado pode levar a uma perda de 20% a 30% de visibilidade. É recomendável que substitua as escovas do limpa para-brisas uma vez por ano antes do inverno começar. 4. Ligue os médios sempre que a visibilidade for reduzida Com a mudança de estação e a alteração do fuso horário, os dias ficam obrigatoriamente mais curtos e as noites mais longas. A perda de algumas horas de luz durante o período ativo do dia pressupõe uma condução com visibilidade mais reduzida nas primeiras horas da manhã e ao final da tarde, durante as quais se recomenda a utilização das luzes de cruzamento (médios).   5. Atenção à aquaplanagem Em dias de chuva, o piso molhado pode representar um risco maior para a criação de lençóis de água. A água, ao acumular nos pneus, cria uma camada fina entre a borracha e a superfície da estrada, fazendo com que o pneu perca o seu contacto com o asfalto e deslize fora de controlo.   6. Conduza com tranquilidade Pensamento transversal a qualquer época do ano. Uma vez ao volante, devemos ter atenção a todos os fatores que estão ao nosso alcance e que podem influenciar a condução. Verifique sempre a posição e visibilidade dos seus espelhos e regule o seu banco antes de ligar o carro. Mantenha a calma ao pegar no volante, esteja atendo à estrada e obstáculos e evite movimentos bruscos.

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Novembro 6 2019

Quase 1 milhão de contraordenações rodoviárias marcam o ano de 2017

Em junho de 2016 iniciou-se a carta de condução por pontos. 1 ano depois, são muitos os condutores atuados com contraordenações rodoviárias.   A segurança rodoviária é um tema que desde há muitos anos tem sido motivo para inúmeras campanhas e ações de sensibilização, com vista à instituição de boas práticas de condução e de respeito nas estradas portuguesas, como forma de redução dos índices de sinistralidade rodoviária. Em junho de 2016 foi implementada a carta de condução por pontos em Portugal e, ao final de 1 ano, ainda são muitos os automobilistas portugueses autuados por infrações ao código da estrada. Com a implementação do modelo de pontos na carta de condução, este primeiro ano resultou numa redução geral no volume de autos registados. O Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) afirma que houve uma diminuição no registo de multas leves em 18,2%, uma redução de 29,8% de multas graves e uma diminuição de 1,3% nos autos muito graves face ao ano de 2016.   Em suma, e de acordo com os dados da PSP e do RASI, ao longo do ano 2017 registaram-se em Portugal: mais de 990 mil contraordenações rodoviárias; 56 mil contraordenações foram consideradas muito graves; mais de 177 mil condutores autuados por excesso de velocidade; – cerca de 280 mil condutores autuados pela PSP por conduzirem sob o efeito de álcool. Como resultados dos autos emitidos nestas operações de segurança rodoviária, o Estado arrecadou mais de 71 milhões de euros com multas(!). Se é um condutor experiente, ou mesmo que esteja a aprender a conduzir, tenha bem presentes as regras básicas de condução. Evite comportamentos que lhe possam custar multas e pontos na sua carta de condução e, acima de tudo, por em risco a segurança na via pública.

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Novembro 6 2019

É proibido fumar a conduzir?

Um condutor pode ser multado por estar a fumar ao mesmo tempo que a conduzir? Damos-lhe a resposta.   Um condutor pode ser multado por estar a fumar ao volante enquanto conduz? A resposta é… SIM. Segundo o Artigo 11º do Código da Estrada “Os condutores devem, durante a condução, abster-se da prática de quaisquer atos que sejam suscetíveis de prejudicar o exercício da condução com segurança”. Não existe um artigo que proíba diretamente um condutor de fumar ao volante (como há para a utilização do telemóvel enquanto conduz, por exemplo). No entanto, se um agente de autoridade considerar que o fato de um condutor está a contribuir para perturbar o trânsito – até pelo foco de distração que lhe provoca ou pelo facto de estar a agarrar o volante apenas com uma mão e não conseguir mexer na caixa de velocidades, com claro constrangimento na sua condução ocupar os demais utentes da via – isso é motivo suficiente para haver lugar à aplicação de uma coima que pode ir dos 60 aos 300 euros. Mais ainda, considerando o risco agravado que uma atitude dessas tem para o eclodir de um fogo, a conduta pode ter um enquadramento legal e penal ainda mais severo. E você, fuma a conduzir?

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Novembro 6 2019

As consequências da condução sob a influência do álcool

A condução sob a influência de álcool é extremamente perigosa e pode traduzir-se em infrações graves, muito graves ou mesmo crimes, de acordo com a taxa de álcool apresentada.   Contraordenação grave –  se apresentar uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 0,5 g/l e inferior a 0,8 g/l. Sanções: Perde 3 pontos e inibição de conduzir de 1 a 12 meses. Coima: de €250 a €1250.   Contraordenação muito grave – se apresentar taxa de álcool no sangue igual ou superior a 0,8 g/l e inferior a 1,2 g/l. Sanções: Perde 5 pontos e inibição de conduzir de 2 a 24 meses. Coima: de €500 a €2500.   Crime – se apresentar taxa de álcool no sangue superior a 1,2 g/l. Sanções: pena de prisão até 1 ano ou com uma pena de multa até 120 dias. Se o condutor é reincidente a pena aplicada é agravada. Em regra, a agravação implica o aumento da sanção a aplicar no dobro. A sanção de inibição de condução, mínima de 30 dias, aumenta para os 60 dias, no caso de infrações graves. Quanto às infrações muito graves, a sanção mínima de 60 dias aumenta para 120. Acresce que, a cada infração praticada de natureza grave ou muito grave, há um agravamento de 30 dias a somar aos 60 ou 120 que sejam aplicados. Tendo como limite 2 infrações muito graves e 4 a 5 graves e muito graves. Se tiver um problema destes saiba que o pode resolver. E não se esqueça que tem 15 dias úteis após a data em que recebe a notificação para apresentar a sua defesa.

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Novembro 6 2019

GNR executa 593 multas numa semana em Braga

Na última semana de agosto foram registadas 593 infrações resultantes da fiscalização rodoviária do Comando Territorial da GNR no distrito de Braga.   Das 593 infrações registadas pela GNR na ultima semana de agosto, destacam-se as seguintes multas: 165 por excesso de velocidade; 50 por condução sob efeito de álcool; 44 por falta de cinto ou sistema de retenção de crianças; 19 por uso de telemóvel durante a condução. Os números são avançados pelo Comando Territorial de Braga da GNR, que levou a cabo um conjunto de ações no distrito entre 27 de agosto e 2 de setembro, pela prevenção e combate à criminalidade, fiscalização rodoviária, entre outras. O comando realça ainda as 29 detenções efetuadas em flagrante delito nas estradas, com 14 detidos por álcool, 7 por conduzirem sem habilitação para tal e 2 por posse e tráfico de estupefacientes. Foram ainda apreendidas 29 doses de haxixe e 4.229 artigos contrafeitos. No que diz respeito aos acidentes, o comando registou 118 acidentes que resultaram em 2 mortos, 1 ferido grave e 45 feridos ligeiros. Foram ainda registadas 77 multas no âmbito da fiscalização de patrulhamento, com 29 no âmbito de legislação policial, 26 no âmbito dos incêndios florestais e 22 por consumo de estupefacientes. Caso seja multado, o Multa Zero ajuda-o a contestar as suas multas de trânsito para que possa manter os seus pontos e a sua carta de condução. Lembre-se que tem 15 dias úteis após a data em que recebe a notificação para apresentar a sua defesa. Ligue para o 211 455 416 ou envie-nos um email para ajuda@multazero.pt e exponha o seu caso juntamente com o seu auto. Nós tratamos da sua defesa.

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Novembro 6 2019

Quanto dinheiro gasta por ano com os piscas?

Ao perguntar quanto é que custa usar os sinais de mudança de direção de um veículo ninguém saberia responder…até que alguém fez as contas e a conclusão pode surpreender.   Componentes muitas vezes desvalorizados, inclusivamente por condutores já com muitos anos e quilómetros na estrada, que facilmente se esquecem da sua existência, os sinais de mudança de direção – vulgarmente conhecidos como “piscas” – têm, na realidade, um valor associado: no valor pago pelo automóvel; na sobrecarga que representam para o sistema elétrico; e até mesmo na carteira, quando, pelo seu não acionamento, acabamos com muita chapa batida, com previsões de uma “conta gorda” na oficina… Se nunca fez as contas quanto àquilo que lhe poderá custar, ou não, a utilização dos piscas, saiba que, nos Estados Unidos da América, estima-se que a não utilização dos sinais de mudança de direção causa o dobro dos acidentes resultantes da distração ao volante. Ora, alguns experimentados condutores defendem a teoria de que evitam utilizar os piscas para não elevar o consumo do veículo – algo totalmente errado, já que a utilização dos sinais de mudança de direção no custo anual do veículo é, na verdade, quase nula! Mas já lá vamos. Além de ser um ato de cortesia e de respeito pelos demais condutores, utilizar os piscas começa logo por ser a melhor forma de poupar o dinheiro que forçosamente teremos de gastar no pagamento de uma multa de trânsito (é preciso não esquecer que é obrigatório sinalizar as mudanças de direção) ou noutro qualquer tipo de percalço. Já quanto à energia gasta nesse “desafio enorme”, as contas são “relativamente” fáceis de fazer: se pensarmos que um automóvel tem, no mínimo, seis intermitentes, cuja potência total média é de 140 W, e o seu funcionamento é de um mínimo de 60 vezes por minuto, até um máximo de 120 vezes/minuto; e se a isto juntarmos a eficiência térmica do motor (cerca de 25%) e do alternador (a rondar os 75%); o consumo médio dos piscas deverá rondar os 70 W/h. Tomando em linha de conta que a eficiência do sistema que fornece a energia aos intermitentes é de, sensivelmente, 17,5%, e que as luzes passam cerca de 100 segundos acesas por dia, o custo médio de utilização deste componente na automóvel ronda, por ano, nos EUA… 0,29 dólares. Ou seja, pouco mais de 20 cêntimos/ano! Coloca-se a questão: será que justifica mesmo não os utilizarmos? A “agravar” ainda mais as contas, o facto de alguns dos piscas hoje em dia utilizados serem em LED, uma tecnologia seis vezes mais eficiente que os piscas de halogéneo! O que faz com que, e ainda falando no mercado americano, o preço caia para os seis centavos de dólar; ou seja, 5 cêntimos/ano! Mas se o leitor está já – e bem – a argumentar com o facto do preço dos combustíveis, na Europa, ser bem mais alto, respondemos-lhe que também não será por aqui que o rombo na carteira será particularmente grande. É que, segundo a mesma fórmula, utilizar os piscas de halogéneo custa, em média e para o condutor europeu, 50 cêntimos por ano; com o valor a cair para os 8 cêntimos, se estivermos a falar de tecnologia LED. A qual, por sinal, até tem um período de vida mais longo.

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A presente página refere-se à politica de cookies do portal Candeias disponibilizada no endereço https://candeias.pt .

Índice
  1. O que são cookies?
  2. A Candeias & Associados utiliza cookies?
  3. Devo aceitar a utilização de cookies?
  4. Como é que a Candeias & Associados utiliza cookies?
  5. Lista de cookies

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  Data da última publicação: 26 de outubro 2018
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