Multa Zero
Novembro 16 2019

Carta de condução por pontos: O balanço aos primeiros 2 anos

Dois anos passaram desde a implementação do novo modelo de carta de condução por pontos e, naturalmente, várias foram as multas emitidas ao longo deste intervalo de tempo.   De acordo com os dados fornecidos pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), nestes primeiros 2 anos, 20.340 condutores perderam pontos por infrações ao código da estrada. Destes condutores, 157 perderam os 12 pontos e 59 tiveram o seu título de condução cassado, ficando proibidos de conduzir por um prazo de 2 anos. Mesmo que um titular perca a totalidade dos pontos, só terá a sua carta de condução apreendida depois de lhe ser instaurado um processo autónomo administrativo e de ser notificado da cassação da carta de condução, desde que esta não seja impugnada judicialmente. Vale a pena referir que todas as multas graves e muito gravem merecem ser analisadas por entidades jurídicas e contestadas. Durante este período de 2 anos, 8 condutores foram notificados para a cassação do seu título de condução e, ao recorrerem em tribunal, 7 deles conseguiram ficar com a carta de condução. No mesmo relatório, a ANSR dá conta que as contraordenações rodoviárias que mais têm contribuído para a perda de pontos na carta de condução são: Conduzir sob o efeito de álcool; Passar do traço contínuo; Passar os sinais vermelhos dos semáforos e os sinais Stop; Circular em sentido proibido; Conduzir em excesso de velocidade; Usar o telemóvel enquanto conduz. É importante que, acima de tudo, assuma uma postura responsável ao volante, no entanto, o Multa Zero recomenda que esteja atento aos pontos que tem na sua carta de condução e que conteste os autos que lhe forem imputados. Lembramos que, ao perder 8 pontos terá de frequentar ações de formação de segurança rodoviária e que, se ficar apenas com 2 pontos, terá de fazer um novo exame de código.

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Multa Zero
Novembro 7 2019

Vai de férias e o calor está a chegar?

Atenção a estas 7 recomendações enquanto conduz nas férias!   O mês de Agosto está a decorrer, mês caracteristicamente reconhecido como sendo o mês de eleição para usufruir do seu período de férias e dos momentos de diversão e lazer! Assim durante este período muitas famílias e amigos realizam viagens de centenas de quilómetros até ao seu destino de férias! Este facto traduz-se num incremento intensivo do tráfego nas estradas portuguesas, o que somando a subida das temperaturas expectáveis para os próximos dias, vai exigir de si cuidados redobrados na sua condução! Assim partilhamos consigo algumas recomendações que deverá ter durante a condução neste período, de forma a usufruir da melhor forma do seu período de descanso e lazer. Se puder, não conduza nas horas de maior calor Não conduza no período das 12h às 17h – este é o período em que os raios solares são mais intensos, o que poderá traduzir-se em situações de desconforto enquanto conduz. Em acréscimo o calor intenso após as refeições dá origem a uma sensação de maior sonolência, o que irá influenciar de forma negativa a sua condução! Atenção à carga em excesso Já pensou que nos voos colocam um limite de bagagem por passageiro por motivos de segurança? Então faça o mesmo antes de iniciar a sua viagem! Leve apenas o essencial para usufruir do seu período de férias. Ao fazer isso irá beneficiar de um menor consumo e desgaste da sua viatura e irá permitir-lhe uma maior capacidade de reação perante situações inesperadas ao longo da sua viagem. Atenção às crianças e animais Numa viagem longa os cuidados com crianças e animais deverão ser redobrados, dado que estaremos perante viagens de maior distância, o que obrigatoriamente irá implicar períodos de inatividade. Garanta que as crianças e os animais estão devidamente instalados com os respetivos mecanismos de segurança e realize, sempre que possível, paragens de 80 em 80 minutos para permitir a diminuição do desgaste físico e a reposição de líquidos. E durante as paragens nunca deixe o carro fechado com as crianças e/ou os animais no seu interior! Conduza com calma Durante a sua viagem controle a ansiedade por chegar ao destino. Realize uma condução defensiva e preventiva, usufrua da viagem, aproveitando para apreciar as paisagens pelas quais irá passar. Se bebeu álcool, não conduza! O excesso de álcool e a condução são 2 elementos que não se juntam! É Lei! Porém, mesmo que tenha consumido álcool em valores permitidos pela lei, não conduza logo a seguir. O álcool e o calor são 2 elementos que só por si já causam sonolência. A junção dos 2 incrementa drasticamente os riscos de segurança da sua viagem. Realize pausas antes e durante as viagens Diariamente lemos ou ouvimos que o descanso é fundamental para garantirmos que o nosso corpo repõe os níveis físicos e intelectuais necessários para o nosso dia à dia. O mesmo se aplica quando vai de viagem para férias! A ausência de descanso é um dos maiores inimigos do nossos sentidos e consequentemente da nossa capacidade de reação perante o inesperado. Descanse! Faça pausas durante a sua viagem! Faça uma revisão ao seu carro antes da viagem O seu corpo necessita de descanso e de um check-up para estar em condições e enfrentar o seu dia à dia! O seu automóvel necessita do mesmo! Se está próximo o momento de realizar a revisão anual, faça-o antes das suas férias. A revisão já foi realizada? Verifique igualmente alguns elementos fundamentais: a pressão dos pneus, os níveis de água e óleo, a bateria e o ar condicionado. Garanta que realiza as viagens que planeou para as suas férias ao invés de no final estar a contar como o seu automóvel não lhe permitiu usufruir das férias que desejava!   A Multa Zero deseja-lhe uma boa viagem em segurança!

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Multa Zero
Novembro 6 2019

Portugueses ao volante: os piores vícios

Todos sabemos que os portugueses são conhecidos por serem bons condutores, porém…todo o condutor tem os seus vícios e os portugueses não são (de todo!) uma exceção.   A Prevenção Rodoviária Portuguesa (PRP) analisa as atitudes dos condutores portugueses ao volante, nos vários ambientes rodoviários, e vai detetando ao longo do tempo quais as tendências e comportamentos de risco para a segurança nas estradas. Alguns destes vícios vão-se alterando de acordo com a evolução tecnológica, tornando-se distrações à condução.   Nos estudos da autoria da PRP foram destacados 10 grandes vícios comuns à maioria dos portugueses quando estão por trás do volante:   1. Não usar o cinto de segurança Este facto é sobretudo mais comum entre os homens e dentro das cidades. A juntar a isso, apenas 73% dos homens e 66% das mulheres é que usa os cintos de segurança do banco de trás.   2. Ter o “pé pesado”, sobretudo nas autoestradas Os portugueses são adeptos da adrenalina e a alta velocidade é o melhor dos ingredientes para tal estado de espírito. 64% dos veículos que circulam na A1 estão acima da velocidade permitida, sendo que, na A2, estes valores atingem os 67%! Já dentro das localidades, a percentagem de condutores acima do limite de velocidade fica nos 34%.   3. Passar os sinais vermelhos Cerca de 40% dos automobilistas passa o sinal vermelho do semáforo 3 segundos depois deste entrar. Entre os automobilistas, 60% desrespeita esta sinalização.   4. Não usar os “piscas” Este é o primeiro bom hábito que os portugueses perdem logo que ficam habilitados para conduzir. Metade dos condutores não utiliza os “piscas” e, nesta estatística, as mulheres são as que mais frequentemente utilizam as luzes de mudança de direção.   5. Não parar nos sinais de STOP Apenas 15% dos condutores para mesmo nos sinais de STOP. A reação mais comum perante esta sinalização, adotada pelos restantes 85%, é abrandar o carro, sem parar, após confirmar que não há nenhum veículo no caminho, como se fosse um sinal de cedência de passagem.   6. Falar ao telemóvel No duelo entre géneros, as mulheres tendem a falar mais ao telefone enquanto conduzem do que os homens. Neste estudo do PRP apenas 2,5% dos condutores foi apanhado a conduzir ao telemóvel, sendo este um comportamento mais comum nas autoestradas.   7. Conduzir com uma taxa de alcoolemia acima do permitido Praticamente 2% dos condutores portugueses circula com uma taxa de álcool no sangue superior ao que é permitido por lei (e em 0,3% dos casos ao nível de crime). Os jovens do género masculino, entre os 18 e os 24 anos, são os que mais incorrem nesta infração.   8. Circular com luzes fundidas Por vezes a distração, ou preguiça, dos proprietários dos veículos resulta em que 1 em cada 10 carros circule com luzes fundidas, sendo mais comum que as luzes de travagem apresentem este defeito.   9. Não ter a pressão correta nos pneus Metade dos condutores não faz a devida manutenção à pressão de ar nos pneus dos seus veículos. É recomendado que se verifique a pressão dos pneus todos os meses, porém, apenas 20% dos condutores faz isso. 10. Tirar a “cadeirinha” a crianças a partir dos 6 anos Nos últimos anos esta tendência tem sido contrariada, mas ainda assim, nos dias de hoje, ainda há 9% de condutores que infringem a lei e que deixam de usar os sistemas de retenção de crianças após os 6 anos de idade, comprometendo a segurança das crianças que transportam. A lei diz que as crianças deverão utilizar uma “cadeirinha” ou banco elevatório até aos 12 anos ou até atingirem os 1,35 metros de altura. Estes estudos demonstraram ainda que os jovens são que mais desafia as suas capacidades de “multitasking” ao cantarem, fumarem, comerem e maquilharem-se ao mesmo tempo que conduzem.

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Multa Zero
Novembro 6 2019

Conduzir de noite: as 5 regras de ouro

Quando cai a noite, perdemos a iluminação natural que o sol nos oferece. A iluminação de estrada, para além de por vezes não estar a 100%, nunca é suficiente para garantirmos a máxima segurança quando estamos a conduzir.   Apesar de haverem menos condutores na generalidade das estradas, a visibilidade é menor e o cansaço acumulado de um dia ativo podem afetar negativamente o desempenho da condução. Uma atitude irrefletida pode mudar por completo o rumo da sua vida e da de quem partilha a faixa de rodagem consigo. Perante as condições que a noite nos impõe, existe um conjunto de princípios básicos que devemos aplicar à nossa condução para nos adaptarmos ao contexto: 1. Não conduza se estiver cansado Se estiver cansado e fora das suas melhores capacidades, não corra o risco de se colocar a si e a outros passageiros ou condutores em perigo. A fadiga reduz a sua capacidade de reação em situações adversas e, no final do dia, nada é mais precioso do que a sua saúde e segurança. 2. Controle muito bem a velocidade Todos nós sabemos que à noite há menos veículos a circular na estrada, fator que nos leva muitas vezes a desafiar os limites de velocidade para “encurtar” a distância até ao destino. No entanto, o excesso de velocidade, aliado à visibilidade reduzida, condiciona a estabilidade do veículo e a capacidade de reação de quem está ao volante. 3. Utilize as luzes mais apropriadas Tenha atenção ao ângulo dos médios para não encadear os condutores que circulem em sentido oposto ao seu e não utilize os máximos se partilhar a estrada com outras viaturas. Faça uma revisão regular aos seus faróis para assegurar que as luzes de cruzamento (médios) e as luzes de estrada (máximos) do seu veículo estão a funcionar corretamente. A limpeza e a regulação dos seus faróis são tarefas que estão ao seu alcance e que deverá assumir periodicamente. 4. Verifique os espelhos e para-brisas Tenha igual atenção à posição dos seus espelhos retrovisores para assegurar a máxima visibilidade nos ângulos possíveis e evitar reflexos indesejados provocados pelos faróis dos outros veículos. Certifique-se que as escovas do limpa para-brisas estão operacionais. Lembre-se que é recomendável substituir as escovas do limpa para-brisas 1 vez por ano. 5. Numa viagem longa, pare a cada 2 horas Todos sabemos que não é recomendável conduzir por longos períodos de tempo sem pausas. Em viagens longas, é importante faça curtas paragens em estações de serviço para descansar o corpo, tomar um café e comer uma pequena refeição, para que de seguida possa retomar a viagem com as energias renovadas. A grande maioria dos acidentes rodoviários que ocorre de noite são provocados por condutores que adormecem ao volante. Para além de ser do conhecimento geral que não se deve conduzir sob o efeito do álcool, lembramos que determinados medicamentos podem provocar sonolência como efeito secundário. Se estiver medicado, leia as contra-indicações no folheto do seu medicamento antes de assumir a responsabilidade da condução.

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Multa Zero
Novembro 6 2019

Atenção condutores de trotinetes: PSP reforça operações de fiscalização em Lisboa

Conheça as regras do Código da Estrada e as infrações aplicadas a condutores de trotinetes e velocípedes.   A presença de trotinetes na via pública tem merecido um grande destaque nos últimos meses. A simplicidade deste veículo ecológico e o baixo custo do seu aluguer como forma de contornar o trânsito da capital tem conquistado a preferência de muitos cidadãos que se deslocam no centro de Lisboa. E se lhe dissemos que estas trotinetes elétricas também estão abrangidas pelo Código da Estrada? Muitos dos seus condutores não sabem, mas as trotinetes elétricas de marcas como a Lime, a Voi e a Hive são veículos equiparados a velocípedes (artigo 112 do Código da Estrada), pelo que deverão circular seguindo as regras do Código da Estrada, sob risco de serem penalizados por contraordenações de trânsito – como o excesso de velocidade, o excesso de álcool, a condução com telemóvel e a falta de iluminação. Ao longo desta semana a Polícia de Segurança Pública (PSP) tem apostado na sensibilização dos condutores de trotinetes, como forma de prevenção de acidentes de trânsito que possam colocar em risco os condutores destes velocípedes – até ao momento já se registaram 4 acidentes com trotinetes em Lisboa. Estas operações de fiscalização a velocípedes, com ou sem motor, passarão a ser mais comuns em toda a área metropolitana de Lisboa, aplicando as devidas coimas aos condutores que incorrerem em infrações ao Código da Estrada.   Até ao momento, as infrações mais comuns cometidas pelos condutores de velocípedes são: Condução sem capacete – a coima por esta infração pode ir de 60€ a 300€; Estacionamento em locais destinados à circulação de peões – a coima por esta infração pode ir de 30 €a 150€. O Multa Zero lembra que as trotinetes, como velocípede, só podem transportar uma pessoa (o próprio condutor) e deslocar-se em ciclovias e ruas. O estacionamento em passeios, rampas de acesso e paragens de autocarro é proibido. Por questões de segurança, utilize sempre um capacete e um colete refletor.

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Multa Zero
Novembro 6 2019

Condução com telemóvel dá 115 multas por dia

O telemóvel é uma das principais distrações dos condutores no trânsito. Saiba quais os números e consequências do uso do telemóvel ao volante.   O telemóvel é uma das principais distrações dos condutores portugueses no trânsito e uma das principais ameaças à segurança rodoviária ao longo dos últimos anos. Apesar de todas as medidas aplicadas para uma maior sensibilização aos condutores, o número de multas registadas pelo uso do telemóvel durante a condução mantém um ritmo ascendente. De acordo com os dados lançados pelas autoridades fiscalizadoras, este ano estão a ser emitidas, em média, 115 multas de trânsito por dia por condução com o telemóvel. Num balanço ao período em análise, a GNR multou 16.640 condutores pelo uso de telemóvel ao volante (entre 1 de janeiro a 15 de setembro), ao passo que a PSP multou 12.427 condutores (entre 1 de janeiro e 31 de agosto). Estes dados reportam ao período entre janeiro e setembro de 2018 e já ultrapassam os valores registados ao longo de todo o ano 2017 (114,1 multas por dia). A este compasso, espera-se que o número total de multas para 2018 seja superior ao do ano transato. A crescente distração dos condutores devido ao permanente desenvolvimento tecnológico leva a que, aos dias de hoje, a viatura do comum cidadão, além do seu próprio painel de controlo, transporte diariamente dispositivos GPS, smartphones e tablets que, na maior parte do tempo, são utilizados como atividade de lazer ao invés de um suporte à condução. Além de Portugal, um pouco por todo o mundo, a utilização do telemóvel na condução tem um impacto tão alto nos índices de sinistralidade rodoviária como o consumo de álcool e o excesso de velocidade. Lembre-se do código da estrada e siga as regras e todas as boas práticas para uma condução segura. Não ponha em causa a sua segurança e a daqueles que partilham a estrada consigo. Esteja atento quando estiver ao volante. Caso seja multado, o Multa Zero ajuda-o a contestar as suas multas de trânsito para que possa manter os seus pontos e a sua carta de condução. Ligue para o 211 455 416 ou envie-nos um email para apoio@multazero.pt e exponha o seu caso juntamente com o seu auto. Nós tratamos da sua defesa.

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Novembro 6 2019

As principais distrações no trânsito

Muitos acidentes de trânsito e contraordenações podiam ser evitados se tomássemos verdadeira consciência dos riscos dos nossos comportamentos ao volante e consequências que deles podem advir.   Para lá de todos os fatores externos à condução do indivíduo, existe um conjunto de elementos que se enquadram no dia-a-dia de um condutor e que podem ser distrações a uma correta condução. Estas desatenções, que muitas vezes surgem com naturalidade ou como um reflexo impulsivo, podem resultar em contraordenações de trânsito graves ou, na pior das hipóteses, em acidentes rodoviários. As principais distrações que merecem destaque são: 1. O telemóvel Mais do que atender chamadas, hoje em dia muitos condutores aproveitam para ler e enviar mensagens, visitar as suas páginas nas redes sociais e consultar notícias enquanto conduzem. A par do álcool e do excesso de velocidade, o telemóvel está na raiz dos principais acidentes de estrada. 2. O GPS Assim como o telemóvel, o GPS é outro gadget que provoca uma grande desconcentração ao condutor. Ainda que usado com uma frequência menor do que o telemóvel, este ecrã, quando manuseado para alterar definições de navegação ou itinerários durante a condução, poderá originar situações de perigo eminente. 3. O rádio Felizmente já são vários os automóveis que permitem mudar de música ou de estação de rádio no comando do volante. No entanto, em boa parte dos carros ainda em circulação, só é possível trocar de estação de rádio e de música no próprio painel do rádio, o que implica desviar a atenção da estrada por uns breves segundos – segundos esses que podem ser cruciais. 4. Comer enquanto conduz Comer enquanto está a conduzir implica que, para além de não estar totalmente concentrado na estrada, uma das suas mãos não esteja no volante. Uma simples descoordenação ou imprevisto durante a sua “refeição” poderão pô-lo a si e a outras pessoas em risco. 5. Ver-se ao espelho Distrair-se com o seu próprio reflexo pode sair caro. Espere até estacionar o carro para retocar a sua maquilhagem e dar um jeito ao cabelo. 6. Discutir com os passageiros Às vezes uma conversa mais exaltada poderá afastar a atenção do condutor da estrada e provocar situações de perigo. Em pleno século XXI, a tecnologia pode ser um dos principais inimigos dos condutores, mas, acima de tudo, não teste a sua capacidade de multitasking ao volante.

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Multa Zero
Novembro 6 2019

Contestar multas de trânsito? Nós ajudamos!

O excesso de velocidade, a condução sob o efeito de álcool e a condução com o telemóvel são algumas das principais contraordenações rodoviárias e aquelas que poderão ter consequências maiores para o condutor.   Sabemos desde logo que não podemos sobrepor-nos às regras do código da estrada, mas, por vezes, em pequenas distrações ou situações de urgência, até os condutores mais prudentes incorrem em infrações rodoviárias. Infelizmente, estamos todos sujeitos a um dia receber uma multa rodoviária. No entanto, se não concordar com a decisão das autoridades fiscalizadoras, pode sempre contestar a sua multa. O que diz a lei? Muitos cidadãos não sabem, mas a lei prevê que condutor autuado tem um prazo de 15 dias úteis para reclamar a sua multa. Não é obrigatório pagar a multa no momento em que é emitida pelo agente de autoridade, uma vez que existe uma opção, para muitos desconhecida, que permite fazer um depósito do valor da multa no prazo de 48 horas – desta forma poderá contestar a coima aplicada. Este prazo de 48 horas (ou de 15 dias para pagar a coima) começa a contar no dia seguinte à assinatura do aviso de carta registada ou 3 dias depois, no caso de ter sido recebida por outra pessoa. Como posso contestar uma multa rodoviária? Ligue para o 211 455 416 ou envie-nos um email para apoio@multazero.pt e exponha o seu caso com toda a informação que conseguir partilhar, incluindo uma descrição dos acontecimentos e uma cópia do seu auto. Sempre que necessário, partilhe connosco registos fotográficos e testemunhas da ocorrência. A equipa jurídica do Multa Zero ficará responsável por preparar e apresentar a sua defesa perante as autoridades competentes.

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Novembro 6 2019

Multas de trânsito valem 145€ por minuto!

As autoridades estão a cobrar multas do Código da Estrada a um dos ritmos mais elevados de sempre.   De acordo com os dados avançados pelo “Correio da Manhã”, os condutores pagaram 18,8 milhões euros em multas de trânsito entre janeiro e março deste ano. Contas feitas, as contraordenações na estrada custaram aos automobilistas mais de seis milhões de euros por mês, o equivalente a 145€ por minuto. Só nos primeiros três meses dos anos 2012 e 2015 é que o Estado arrecadou mais dinheiro nesta rubrica. Até ao final do presente ano, os automobilistas poderão vir a pagar o equivalente a 195€ por minuto em multas pelas infrações na estrada. Esteja atento quando estiver ao volante. Caso seja multado, o Multa Zero ajuda-o a contestar as suas multas de trânsito para que possa manter os seus pontos e a sua carta de condução. Ligue para o 211 455 416 ou envie-nos um email para apoio@multazero.pt e exponha o seu caso juntamente com o seu auto. Nós tratamos da sua defesa.

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Novembro 6 2019

Sabia que já há passadeiras 3D em Portugal?

Depois de implementada noutros países pelo mundo, a primeira passadeira 3D já foi desenhada em Portugal!   A iniciativa visa a redução gradual de velocidade, através de uma ilusão de ótica, e é pioneira no país. Os mais distraídos que passem na estrada paralela ao Colégio Novo da Maia podem não reparar que o aspeto da passadeira que fica junto àquela instituição de ensino, mudou. Com o intuito de aumentar a segurança rodoviária, a Avenida Monte Penedo, em Milheirós, na Maia, tem agora a primeira passadeira 3D de Portugal. O objetivo é criar uma ilusão de ótica aos condutores e, assim, fazer com que reduzam automaticamente a velocidade ao verem uma “passadeira flutuante”. Segundo o presidente da Câmara Municipal da Maia, António Silva Tiago, em declarações à agência Lusa, este investimento tem “potencialidades no incremento da segurança rodoviária, particularmente na defesa dos peões”. “Por isso esta solução ficará em teste e se a sua eficácia der provas no terreno eventualmente passará a ser usada noutros locais do concelho.” Em Portugal, este é um projeto pioneiro e é fruto de uma parceria entre a Câmara Municipal da Maia, a Monroe e o piloto Tiago Monteiro. Lá fora, todavia, já existem vários exemplos de passadeiras 3D. A primeira foi pintada no Japão, mas a solução também já foi implementada em Ísafjorour, na Islândia, assim como na Índia, na China ou na Rússia.

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A presente página refere-se à politica de cookies do portal Candeias disponibilizada no endereço https://candeias.pt .

Índice
  1. O que são cookies?
  2. A Candeias & Associados utiliza cookies?
  3. Devo aceitar a utilização de cookies?
  4. Como é que a Candeias & Associados utiliza cookies?
  5. Lista de cookies

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  Data da última publicação: 26 de outubro 2018
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