Operação de segurança rodoviária “2 Rodas: Agarre-se à Vida”
A ANSR, a GNR e a PSP desenvolvem a ação de segurança rodoviária “2 Rodas: Agarre-se à Vida”, entre dia 19 e 24 de março. A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) iniciam hoje a ação de segurança rodoviária “2 Rodas: Agarre-se à Vida”, integrada no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2024. Entre 19 e 24 de março, a ANSR, a GNR e a PSP estarão nas estradas nacionais a sensibilizar os condutores, especialmente os de veículos motorizados de duas rodas, para uma condução segura, respeitando as normas do Código da Estrada e evitando comportamentos de risco, como a condução sob o efeito de álcool, excesso de velocidade e uso inadequado de dispositivos de segurança. A campanha incluirá ações de sensibilização conduzidas pela ANSR no continente, bem como pelos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira. Além disso, haverá operações de fiscalização realizadas pela GNR e PSP, focadas em vias com alto volume de tráfego, com o objetivo de reduzir o risco de acidentes e promover comportamentos mais seguros entre os condutores. Os utilizadores de motociclos e ciclomotores enfrentam um risco mais elevado de sofrer consequências graves em acidentes, devido à sua vulnerabilidade sem a proteção de um habitáculo. O uso adequado do capacete, corretamente ajustado e homologado, reduz em 40% o risco de morte em caso de acidente. Além disso, outros equipamentos de proteção, como luvas, botas, blusão e calças com proteção CE, bem como airbag, também ajudam a reduzir a gravidade das lesões em caso de acidente. As ações de sensibilização serão complementadas por operações de fiscalização em várias localidades, incluindo Condeixa, Porto, Celeirós e S. Domingos de Rana e em Cascais. Esteja atento enquanto conduz. Caso seja multado, o Multa Zero ajuda-o a contestar as suas multas de trânsito para que possa manter os seus pontos e a sua carta de condução. Ligue para o 211 455 416 ou envie-nos um email para apoio@multazero.pt e exponha o seu caso juntamente com o seu auto. Nós tratamos da sua defesa.
Ler MaisPSP alerta para burla com compra e venda de automóveis
A Polícia de Segurança Pública (PSP) comunicou nas redes sociais a ocorrência de burla relacionados com a compra e venda de veículos, resultantes da clonagem de anúncios em plataformas de vendas online. O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP detalhou o modus operandi, explicando que os burlões “copiam anúncios de venda de veículos, enganando tanto os verdadeiros vendedores quanto possíveis compradores”. O processo começa com a seleção de um anúncio publicado em plataformas de vendas online (OLX, Facebook Standvirtual, entre outras), onde o burlão entra em contato com o anunciante para obter detalhes sobre o veículo. Em seguida, o burlão cria um anúncio idêntico, na mesma plataforma ou em outra, com a mesma descrição, fotos e características do veículo, mas com um preço de venda substancialmente inferior ao valor real. O criminoso solicita o pagamento por transferência bancária para uma conta com um número de identificação bancária (NIB) específico. Após a transferência do valor, um “testa de ferro” – o titular da conta que recebeu a transferência – retira imediatamente o dinheiro em espécie e o entrega a terceiros. Esse intermediário recebe uma comissão de 20% sobre o valor transferido para sua conta bancária.
Ler Mais10 cuidados a ter quando conduzir à chuva
Conduzir à chuva requer uma atenção redobrada e uma postura mais cautelosa. As condições meteorológicas podem ter um impacto significativo na segurança dos condutores. Em período de chuva intensa em grande parte do país, a Multa Zero partilha consigo 10 dicas essenciais para conduzir em segurança. Modere a velocidade: Ao conduzir à chuva, é crucial ajustar sua velocidade para antecipar situações de trânsito e evitar acidentes. Esteja atento durante toda a viagem. Distância de segurança: Em condições de chuva intensa, aumente a distância entre seu veículo e os restantes. Circule em velocidade inferior à normal e com com alguns metros de distância em relação aos restantes veículos. Verifique a pressão dos pneus: A pressão e a profundidade dos pneus afetam a aderência à estrada. Certifique-se regularmente de que os pneus estão em boas condições e com a pressão adequada. Ligue os faróis: Conforme o artigo 61.º do Código da Estrada, é obrigatório ligar os faróis médios em condições meteorológicas que comprometam a visibilidade. Se o seu veículo não os ativar automaticamente, ligue-os manualmente. Observar os painéis de informação: Ao conduzir em autoestradas ou vias rápidas, esteja atento aos painéis de informação que fornecem atualizações sobre as condições da estrada e do clima. Siga as recomendações fornecidas para garantir uma viagem segura. Evitar o uso do piloto automático: Durante a condução à chuva, é recomendável desativar o piloto automático. Manter o controle total do veículo em caso de emergência é fundamental. Trave suavemente: Evite travagens bruscas para manter o controle do veículo. Uma condução suave ajuda a prevenir derrapagens e garante a segurança de todos na estrada. Use o motor para travar: Em vez de travar abruptamente, utilize o motor para auxiliar na desaceleração. Esta técnica é especialmente útil em descidas íngremes e situações de falta de aderência. Evite a aquaplanagem: Ao encontrar lençóis de água na pista, mantenha o volante firme e reduza a velocidade para evitar a aquaplanagem. Proceda corretamente em casos de aquaplanagem: Se ocorrer aquaplanagem, solte suavemente o acelerador até que as rodas retomem o contato com o solo. Evite manobras bruscas e mantenha uma velocidade constante e reduzida. Independentemente das condições climáticas, adote sempre uma condução defensiva e preventiva.
Ler Mais5 formas de otimizar a bateria do veículo elétrico no inverno
Damos-lhe cinco dicas para otimizar a bateria do seu veículo elétrico durante o inverno. Prepare-se para a época mais fria do ano. Com a chegada oficial do inverno, é inevitável enfrentar temperaturas mais baixas nesta época do ano. Embora as baterias dos veículos elétricos sejam projetadas para lidar com o frio extremo, existem maneiras de otimizar o processo de carregamento e garantir uma eficiência energética mesmo nos dias mais frios. Embora as baterias dos veículos elétricos sejam resilientes e possam operar em temperaturas tão baixas como 40º negativos, o frio ainda pode afetar o seu desempenho durante o carregamento, condução e até mesmo quando o veículo está estacionado. Isso traduz-se numa maior perda de energia, carregamento mais lento e redução na autonomia. A pensar nos condutores de veículos elétricos, a Juice Technology, empresa especializada em soluções de carregamento para veículos elétricos, compilou uma lista de conselhos para otimizar o desempenho da bateria durante os meses de inverno: Carregue a bateria enquanto ainda estiver quente: Uma bateria aquecida tende a absorver eletricidade de maneira mais eficiente. Portanto, é aconselhável conectar o veículo à estação de carregamento assim que chegar em casa, antes que a bateria arrefecer. Carregamento noturno: Carregar durante a noite pode ser vantajoso, especialmente se tiver uma estação de carregamento na garagem. Isso ajuda a manter a bateria a uma temperatura adequada, reduzindo a perda de autonomia. Aquecimento do veículo antes de iniciar a viagem: Antes de iniciar a viagem, aqueça o automóvel enquanto ainda está ligado à estação de carregamento pode ser uma prática útil. Desta forma, a energia será retirada diretamente da rede, poupando a bateria. Defina o horário de partida e carregamento: Certifique-se de que o carro está totalmente carregado no momento em que começa a conduzir, evitando assim que a bateria arrefeça e exija mais energia. Planeie a trajetória e paragens para recarregar: Especialmente em viagens longas, é importante planear a rota, incluindo paragens programadas para recarregar o veículo. As baterias dos veículos elétricos são afetadas pelo frio. Temperaturas baixas aumentam a resistência interna da bateria, retardando o processo de carregamento e aumentando o desgaste da mesma. Para proteger a bateria, os fabricantes reduzem a taxa de carga quando as temperaturas estão abaixo de zero e implementam sistemas de gestão da bateria para mantê-la dentro da temperatura ideal. No entanto, o frio também aumenta o consumo de energia devido ao uso do sistema de aquecimento, o que reduz a autonomia do veículo.
Ler MaisProibição de reparação de automóveis com mais de 15 anos: verdade ou mito
Muitas têm sido as noticias nas ultimas semanas que têm circulado na internet sobre a intenção da União Europeia em proibir a reparação de automóveis com mais de 15 anos. É verdade ou mito? A Comissão Europeia apresentou uma proposta para ser proibido a reparação de automóveis em fim de vida, no entanto, nenhuma proposta apresentou apresentou a idade do veículo como critério. Esta proposta tem como objetivo diminuir a exportação e comercio de veículos movidos a combustíveis fósseis, tendo em vista o alcance das metas estabelecidas pela UE de reduzir em 55% as emissões de gases poluentes até 2030. Para desmistificar o tema, na ultima semana os representantes da Comissão Europeia em Portugal, fizeram questão de divulgar nas redes sociais a seguinte imagem: Na origem da polémica está a legislação proposta pelo Parlamento Europeu (PE) e pelo Conselho da União Europeia em julho passado Portugal tem mais de 1,2 milhões de veículos com mais de 20 anos em circulação, motivo pelo qual esta noticia deixou milhões de condutores preocupados com a possibilidade de não poderem reparar os seus veículos.
Ler MaisIncentivos à compra de automóveis elétricos
O Estado está a desenvolver incentivos à compra de automóveis 100% elétricos, tendo em conta as metas estipuladas pela União Europeia que têm como objetivo, acabar com o comércio dos carros movidos a combustíveis fósseis até 2035. Os incentivos à compra de automóveis elétricos são direcionados a particulares. Se comprar um automóvel ligeiro de passageiros 100% elétrico novo, pode candidatar-se ao incentivo do Estado. Estas medidas são aplicadas na compra de um veículo ligeiro de passageiros, ligeiro de mercadorias, bicicleta, motociclo, ciclomotor, triciclo, quadriciclo ou outro dispositivo de mobilidade pessoal elétrico. Cada particular pode comprar um automóvel novo 100% elétrico até 62.500€ para poder beneficiar de um apoio até os 4.000€. Existe um limite anual imposto para 1.300 automóveis elétricos ligeiros de passageiros. O valor global máximo disponível é de 10 milhões de euros. Este apoio é apenas para carros 100% elétricos, não inclui os híbridos. O pedido para a atribuição de incentivo só pode ser feito online, através do balcão de candidatura no site do Fundo Ambiental. Quem beneficiar do incentivo será notificado por e-mail. Para a candidatura online, o beneficiário deverá apresentar os seguintes documentos: Cartão de cidadão; Caso seja uma pessoa coletiva, será necessário a cópia de Certidão de Registo Comercial ou código de acesso à certidão permanente, e identificação dos representantes da sociedade; Certidão de não-dívida da Autoridade Tributária e Aduaneira; Certidão de não-dívida do beneficiário perante a Segurança Social; Fatura de aquisição do veículo em nome do beneficiário; Prova de matrícula em nome do beneficiário (DUA). Assim que o pedido for aprovado, o pagamento será feito por transferência bancária para a conta do beneficiário identificada na documentação de submissão do pedido. Conheça outros benefícios fiscais no site Mobi.E direcionados aos automóveis elétricos.
Ler MaisOs 5 mitos do Excesso de Velocidade
Descubra os cinco mitos perigosos em torno do excesso de velocidade nas estradas e desvende a verdade por trás deles. Num mundo acelerado, onde a velocidade parece ser a norma, é essencial parar e refletir sobre as consequências dos excessos. É especialmente relevante quando se trata de excesso de velocidade nas estradas. Embora muitos condutores acreditem que podem ultrapassar os limites sem qualquer efeito adverso, a realidade é alarmante. Vamos explorar os cinco mitos prevalentes em torno da velocidade, com base em pesquisas e dados do mundo real, para lhe fornecer uma compreensão abrangente dos riscos envolvidos. Vamos desmistificá-los e alertá-lo para a necessidade de abrir caminho para estradas mais seguras. Mito 1: A velocidade tem pouco impacto nos resultados de segurança rodoviária. Contrariamente à crença popular, o excesso de velocidade não é um assunto trivial. Na verdade, é a principal causa de morte e lesões graves nas nossas estradas. Estudos revelam que cerca de 650.000 vidas são perdidas anualmente devido a acidentes de trânsito envolvendo excesso de velocidade. Isso significa que a velocidade contribui para 30%-50% das mortes nas estradas, com um impacto mais significativo em países de baixo e médio rendimento. As razões por detrás do aumento de acidentes em velocidades mais elevadas são diversas, incluindo a redução do campo de visão do condutor e da distância de travagem. A gravidade dos acidentes aumenta também devido à maior energia cinética envolvida. Fatores como a qualidade dos travões, o peso do veículo e a condição do pavimento podem ainda prejudicar a capacidade de um carro em excesso de velocidade parar. Leia o nosso artigo sobre Testes de Colisão e o uso de bonecos simuladores. Mito 2: Pequenos aumentos de velocidade não têm impacto na segurança. A noção de que conduzir apenas 1-2 quilómetros por hora (kph) acima do limite de velocidade é inofensivo é um equívoco perigoso. Um estudo realizado na Noruega lança luz sobre a gravidade dos acidentes quando as velocidades médias são reduzidas em apenas 1 ou 2 kph. Os resultados indicam claramente que até pequenas reduções de velocidade podem influenciar significativamente os resultados dos acidentes. É essencial reconhecer que cada quilómetro acima do limite amplifica os riscos envolvidos, colocando tanto o condutor em excesso de velocidade como os outros na estrada em perigo. Mito 3: Velocidades mais baixas resultam em tempos de viagem mais longos. Muitos condutores hesitam em aderir a limites de velocidade mais baixos, temendo que isso resulte em viagens mais demoradas. A realidade prova o contrário. De acordo com um estudo da União Europeia, as supostas economias de tempo ao conduzir a velocidades mais altas são frequentemente exageradas em comparação com o tempo real poupado. Por exemplo, leva apenas mais 40 segundos para percorrer 10 km a 65 kph em vez de 70 kph. Quando fatores como parar em semáforos ou abrandar em curvas acentuadas são levados em consideração, os impactos reais no tempo de viagem são geralmente menores do que a maioria das pessoas imagina. Mito 4: Sou um condutor experiente, posso conduzir em excesso de velocidade com segurança. Este mito é alimentado pelo chamado viés de autoaperfeiçoamento. Muitos condutores consideram-se melhores do que os outros e, portanto, acreditam que as mensagens de segurança rodoviária não se aplicam a eles. Tendem a pensar que são exceções e que são capazes de conduzir em excesso de velocidade sem riscos. No entanto, todos os condutores estão sujeitos às mesmas leis da física e aos mesmos perigos das estradas. É imperativo abandonar essa noção falsa e adotar uma mentalidade de responsabilidade compartilhada na condução segura. Leia o nosso artigos sobre os Riscos e Penalidades do Excesso de velocidade em Portugal. Mito 5: As comunidades opõem-se a limites de velocidade mais baixos. Muitas vezes, os legisladores sentem relutância em implementar limites de velocidade mais baixos, temendo a oposição das comunidades. No entanto, pesquisas demonstram que as comunidades anseiam por um ambiente rodoviário mais seguro, com limites de velocidade mais baixos. Uma pesquisa realizada pela ESRA com 35.000 participantes de 32 países revelou que menos de 20% consideram aceitável conduzir acima do limite de velocidade (menos de 10% em áreas urbanas) e até 90% dos entrevistados sugeriram que as regras de trânsito deveriam ser mais rigorosas. O excesso de velocidade tem consequências graves que nos afetam a todos. Ao abordar estes cinco mitos pretendemos destacar os riscos reais envolvidos e enfatizar a importância da condução responsável. O excesso de velocidade contribui não apenas para inúmeras fatalidades e lesões graves, mas prejudica também o nosso objetivo coletivo de estradas mais seguras. Recordamos-lhe duas verdades fundamentais: até mesmo um pequeno aumento na velocidade pode causar danos, e obedecer aos limites de velocidade não afeta significativamente o tempo de viagem. Faça a diferença, um quilómetro de cada vez.
Ler MaisPosso transportar crianças no banco da frente?
Fique a saber tudo o que precisa para transportar crianças no banco da frente com toda a segurança. A segurança das crianças num veículo é uma preocupação importante, e as regras sobre quando uma criança pode sentar-se no banco da frente podem variar de acordo com as leis e regulamentos de trânsito de diferentes países e estados. Geralmente, é recomendado que as crianças se sentem no banco de trás do veículo até atingirem uma certa idade, peso e altura. Isso se deve ao fato de que o banco de trás é considerado mais seguro em caso de acidentes de trânsito. As diretrizes específicas sobre quando uma criança pode sentar-se no banco da frente podem variar, mas geralmente incluem: Idade: A maioria dos especialistas em segurança infantil recomenda que as crianças se sentem no banco de trás até pelo menos 12 anos de idade. No entanto, isso pode variar dependendo das regulamentações locais. Peso: Algumas regras de trânsito podem estipular um peso mínimo que uma criança deve atingir antes de poder sentar-se no banco da frente. Altura: A altura da criança também pode ser um fator importante. As regulamentações podem exigir que a criança tenha uma altura mínima para sentar-se no banco da frente. Uso de sistemas de retenção: Independentemente da idade, peso ou altura, é importante que as crianças sempre estejam em sistemas de retenção apropriados, como cadeirinhas, assentos de elevação ou cintos de segurança adaptados, de acordo com as regulamentações locais. Desativação do airbag: Se uma criança estiver sentada no banco da frente em um veículo com airbags frontais, o airbag deve ser desativado. Isso geralmente é feito por meio de um interruptor localizado no veículo. Lembre-se de que as regras podem variar significativamente de um lugar para outro, por isso é importante verificar as regulamentações locais ou consultar um especialista em segurança infantil para garantir que a criança esteja sendo transportada de maneira segura e de acordo com as leis da sua região. A segurança das crianças no trânsito deve ser sempre a principal preocupação. As crianças com menos de 12 anos de idade transportadas em automóveis equipados com cintos de segurança, desde que tenham altura inferior a 135 cm, devem ser seguras por sistema de retenção homologado e adaptado ao seu tamanho e peso. O transporte das crianças referidas no número anterior deve ser efetuado no banco da retaguarda, salvo nas seguintes situações: a) Se a criança tiver idade inferior a 3 anos e o transporte se fizer utilizando sistema de retenção virado para a retaguarda, não podendo, neste caso, estar ativada a almofada de ar frontal no lugar do passageiro; b) Se a criança tiver idade igual ou superior a 3 anos e o automóvel não dispuser de cintos de segurança no banco da retaguarda, ou não dispuser deste banco. Nos automóveis que não estejam equipados com cintos de segurança é proibido o transporte de crianças de idade inferior a 3 anos. As crianças com deficiência que apresentem condições graves de origem neuromotora, metabólica, degenerativa, congénita ou outra podem ser transportadas sem observância do disposto na parte final do n.º 1, desde que os assentos, cadeiras ou outros sistemas de retenção tenham em conta as suas necessidades específicas e sejam prescritos por médico da especialidade. Nos automóveis destinados ao transporte público de passageiros podem ser transportadas crianças sem observância do disposto nos números anteriores, desde que não o sejam nos bancos da frente. Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de (euro) 120 a (euro) 600 por cada criança transportada indevidamente.
Ler MaisCuidados a ter quando conduz um veículo elétrico
Conduzir um carro elétrico envolve algumas considerações específicas em comparação com um veículo movido a combustíveis fósseis. Aqui estão alguns cuidados a ter em conta quando conduzir um veículo elétrico: Carregamento e autonomia: Esteja ciente da autonomia do veículo para planear paragens de carregamento, especialmente em viagens longas. Conheças os postos de carregamento disponíveis ao longo do trajeto. Monitorize o estado da bateria: Acompanhe o estado e nível da carga da bateria para evitar que fique muito baixa, o que pode afetar o desempenho e a vida útil da bateria. Condução eficiente: Pratique uma condução suave e evite acelerações e travagens bruscas para maximizar a eficiência da bateria. Recuperação de energia: Aproveite a regeneração de energia durante as desacelerações e travagens para recarregar parcialmente a bateria. Temperatura da bateria: Mantenha a bateria em uma faixa de temperatura adequada, pois temperaturas extremas podem afetar o desempenho e a vida útil da bateria. Cuidados com o carregamento: Utilize carregadores e estações de carregamento confiáveis e compatíveis com seu veículo. Evite carregamentos frequentes em rápida sucessão, pois isso pode aumentar o desgaste da bateria. Manutenção específica: Esteja ciente das necessidades de manutenção do veículo elétrico, como a verificação regular do estado da bateria e a manutenção do sistema de regeneração. Proteção contra temperatura extremas: Evite exposição prolongada a temperaturas extremas, como calor excessivo ou frio intenso, para proteger a bateria e outros componentes elétricos. Atualizações de software: Mantenha-se atualizado com as atualizações de software do veículo, tendo em conta que podem melhorar o desempenho e a eficiência do seu veículo. Segurança elétrica: Em caso de acidente, desligue a fonte de alimentação elétrica do veículo para evitar danos de maior dimensão. Painel de controle: Conheça ao detalhe as informações e indicadores específicos do veículo elétrico no painel de controle. Dirigir um veículo elétrico pode ser uma experiência gratificante e sustentável, mas requer um novo conjunto de considerações. Esteja disposto a aprender sobre as especificidades do seu veículo elétrico e a adaptar a sua abordagem de condução para obter o máximo de eficiência e durabilidade da bateria.
Ler MaisComo escolher o seguro automóvel?
Quem tem carro é obrigado a ter um seguro automóvel e é importante fazer uma análise das características e preços praticados no mercado. As apólices de seguros automóvel cobrem um conjunto alargado de danos, consoante a tipologia, além de ser possível aderir a coberturas extra. Conheça os diferentes seguros a que pode subscrever: Seguro de Responsabilidade Civil: Este é o seguro automóvel obrigatório e cobre danos corporais e materiais causados a terceiros em caso de acidente, obrigatório para todos os veículos a motor. Este seguro cobre os danos materiais e corporais causados a terceiros até ao limite de 7 milhões e 750 mil euros por sinistro (6 milhões e 450 mil euros para danos corporais e 1 milhão e 300 mil euros para danos materiais), independentemente do número de vítimas. O Seguro RC é válido em todo o território nacional, países da União Europeia, Andorra, Croácia, Estónia, Ucrânia, Islândia, Noruega e Suíça. Seguro de Danos Próprios: Este seguro cobre os danos causados ao seu próprio veículo em caso de acidente, independentemente de quem seja o culpado. Pode incluir cobertura contra incêndio, roubo, e outros tipos de danos. Seguro de Condutor: Este seguro oferece cobertura para o condutor em caso de acidente, independentemente da culpa, para despesas médicas, incapacidade permanente ou morte. É benéfico especialmente para o condutor, tendo em conta que os restantes passageiros são considerados terceiros e já estão cobertos pelo seguro de responsabilidade civil. Seguro de Assistência em Viagem: Este seguro oferece assistência em caso de avaria, acidente ou outras situações que o impeçam de continuar a viagem. Pode incluir serviços como reboque, assistência na troca de pneus, entre outros. Este seguro é válido na Europa e países junto ao Mar Mediterrâneo, a assistência ao veículo cobre reparações, reboque, repatriamento do veículo, despesas de regresso dos ocupantes, entre outros. Seguro de Proteção Jurídica: Este tipo de seguro fornece assistência jurídica em caso de litígios relacionados com o seu veículo, como disputas de responsabilidade em acidentes de trânsito. Seguro de Quebra de Vidros: Como o nome indica, este seguro cobre a substituição ou reparação de vidros partidos ou danificados no veículo, seja num acidente, com o automóvel parado ou sem ter conhecimento das causas dos danos. Não inclui espelhos retrovisores, faróis e farolins. Para alem das tipologias de seguro mencionadas, cada seguro automóvel é um seguro e é possível ter um conjunto de outras coberturas extras: Fenómenos naturais: cobre a reparação dos danos no veículo causados por tempestades, inundações, sismos, erupções vulcânicas e aluimento de terras. Veículo de substituição: Garante um veículo de substituição quando o automóvel registado na apólice está incapacitado de circular em caso de acidente ou avaria. Atos de vandalismo: Garante a cobertura de danos injustificados ou considerados de vandalismo. Danos causados na sequência de greves, manifestações, entre outros exemplos.
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