Regresso às aulas – as 7 dicas da Multa Zero!
Os três meses de férias de Verão estão a terminar e um novo desafio aproxima-se: o regresso às aulas para iniciar um novo ano escolar! Desafio para filhos, netos ou sobrinhos que brevemente estarão de regresso às aulas e aos recreios onde terão de recuperar e assimilar novos hábitos e rotinas. Porém para os pais, tios ou avós é também um período de recuperar rotinas e de novas aprendizagens! Desde os livros e manuais de exercícios, ao material escolar, aos novos horários e professores, o stress é algo que naturalmente surge. Simultaneamente este momento de regresso às aulas é acompanhado por um incrementar de trânsito e o regresso das “horas de ponta”. Quer faça o percurso de carro ou a pé para a escola com as suas crianças, a Multa Zero partilha consigo algumas dicas de como poderá enfrentar a rotina e o trânsito com boa disposição e minimizando as surpresas neste período de regresso às aulas. Quando fizer o percurso até à escola com as suas crianças de carro, tenha em consideração: 1. Sistemas de retenção Utilize corretamente os sistemas de retenção, cadeirinhas ou bancos elevatórios para transportar as suas crianças. Crianças com idade inferior a 12 anos e com menos de 135 cm de altura têm de se sentar em cadeirinhas homologadas e adaptadas ao seu tamanho e peso. Os cintos de segurança para adultos não são apropriados para crianças desta idade e não podem garantir a sua segurança. Crianças com idade superior a 12 anos (mesmo que tenham menos de 135 cm) podem viajar no banco da frente. Não coloque a cadeirinha no banco da frente se o seu carro tiver airbag ativo de passageiros. 2. Transporte de várias crianças No caso de transportar 3 crianças com menos de 12 anos e 135 cm de altura e se não conseguir colocar os 3 sistemas de retenção para crianças no banco traseiro, a criança de maior estatura e com mais de 3 anos, pode ir no banco da frente. No caso de serem 4 crianças pode sentar a de maior estatura sem sistemas de retenção para crianças no banco traseiro com recurso ao cinto de segurança. Ainda assim é aconselhado que transporte as crianças nos bancos traseiros, independentemente da idade e altura. 3. A condução com mau tempo é uma certeza Apesar do tempo quente estar para durar, a probabilidade de as condições meteorológicas alterarem-se e da chuva regressar é maior; e com seu regresso recorde-se que as condições de aderência à estrada e a visibilidade sofrem fortes alterações. Moderar a velocidade e uma condução preventiva e defensiva é fundamental! 4. Escolha previamente o melhor local para estacionar perto da escola No momento de chegada à escola naturalmente cada mãe, pai, tia, tio, avó ou avô procura estacionar o mais perto da entrada da escola. Porém por vezes essa escolha acaba por traduzir-se num momento de maior stress ou dificuldade. Análise a área circundante e identifique um local que torne este momento num até já tranquilo e sereno! 5. Entrada e saída do veículo Deve sempre efetuar a entrada e saída da viatura pelo lado do passeio. Quando as crianças saem do veículo, nem sempre as conseguirá ver pelos espelhos do retrovisor, pelo que deve realizar manobras com muito cuidado, especialmente a marcha-atrás. 6. Trânsito? É o meu momento! O trabalho e os seus desafios em conjunto com as nossas responsabilidades diárias – em casa e na família – são por vezes uma fonte de stress! Tornar o trânsito num “amigo” poderá fazer toda a diferença para si! Planeie as suas deslocações diárias, escolha as suas estações de rádio, músicas preferidas ou aqueles podcasts que tanto quer ouvir! Já pensou que estar no seu carro pode ser o seu momento diário de lazer ou de aprendizagem? 7. Recebeu uma mensagem? Ou uma chamada? Ambas podem esperar! Numa era em que a sociedade vive “online” 24 sobre 24 horas, os 7 dias da semana, em que tudo parece exigir uma resposta instantânea recorde-se de algo simples: uma mensagem por responder ou uma chamada por atender podem ser devolvidas tranquilamente quando estacionar a sua viatura! Já a sua vida – ou a de outra pessoa – não permite uma hipótese de responder de volta se for perdida! Caso o percurso seja – ou também o seja – efetuado a pé, tenha em conta os seguintes alertas: 1. Dê a conhecer o percurso até à escola Deverá fazer o percurso até à escola algumas vezes em conjunto com as crianças para estas se ambientarem e ficarem a conhecer bem o caminho. 2. Escolher o percurso mais seguro Analise o percurso e escolha aquele que será mais seguro na sua perspetiva – com passadeiras que permitam atravessar em segurança, que apresentem passeios ou bermas para realização do percurso em segurança, com melhores condições de iluminação. 3. Caminhar do lado de dentro do passeio Alerte-as para o facto de caminharem sempre do lado de dentro do passeio, afastados da estrada. Se existirem bermas devem fazer o percurso de frente para os carros e o mais afastadas possível da estrada. 4. Fundamental respeitar a sinalização Recordar as principais sinalizações existentes no percurso e ensinar as crianças do seu significado e como deverão proceder. 5. Passadeira: a melhor amiga no momento de atravessar Atravessarem sempre que possível na passadeira olhando para o lado esquerdo e depois para o lado direito e novamente para a esquerda para confirmarem que os veículos estão parados e a ceder passagem. 6. Semáforo dos peões tem de estar verde Se existirem semáforos atravessar quando o sinal luminoso para os peões estiver verde, confirmando sempre que os carros estão parados e a ceder passagem. 7. Não há passadeira! E agora? Na impossibilidade de atravessar na passadeira, explique qual o melhor local para atravessar tendo em conta a boa visibilidade de ambas as faixas de rodagem para conseguirem ver bem e serem bem vistas por quem circula na estrada. Preze pela sua segurança e dos seus filhos, netos ou
Ler Mais10 princípios para desfrutar da sua mota
Conheça os 10 princípios fundamentais para desfrutar da sua mota no seu dia à dia. Até ao dia 30 de agosto está a decorrer a nível nacional a operação “2 Rodas em Segurança” – uma ação de fiscalização por parte da Polícia de Segurança Pública centrada nos veículos de 2 rodas e nos comportamentos de risco dos condutores de outros veículos “que coloquem em causa a segurança dos motociclistas/ciclomotoristas”. Porém, andar de mota implica a existência e o redobrar de cuidados não apenas neste período, mas sim ao longo de todo o ano. Porque se é verdade que a utilidade destes veículos reflete-se em poupança financeira e de tempo, menor stress e melhoria da qualidade de vida de quem os utiliza, permitindo inclusive “ter mais” tempo para a família, também tem o outro lado da realidade: a exigência de uma condução com constante e redobrada atenção para com tudo o que ocorre e uma maior exposição aos perigos e armadilhas que ocorrem na estrada. Assim partilhamos 10 princípios fundamentais para desfrutar da sua mota no seu dia à dia: Faça-se ver e esteja sempre consciente de que os carros poderão não o ver dada a menor dimensão da viatura e da maior probabilidade de se encontrar num ângulo morto de visão; Utilize os espelhos retrovisores permanentemente não só para garantir que pode realizar manobras de mudança de direção e de ultrapassagem em segurança, mas igualmente para controlar o trânsito que o precede; Em situações de trânsito intenso controle os movimentos das 4 viaturas à sua frente, permitindo-lhe assim antecipar movimentos e reagir em segurança; Preveja sempre manobras perigosas; Tenha sempre 2 dedos nas manetes do travão da frente e da embraiagem e um cuidado redobrado com o travão da frente nas travagens de emergência; Circule sempre com a pressão dos pneus correta; Tenha em atenção redobrada o estado do piso! Carris de elétricos, tampas de esgoto ou águas, passadeiras ou marcas rodoviárias poderão representar autênticas armadilhas no seu dia à dia, sobretudo em piso molhado; Modere a velocidade em função do nível de tráfego e da probabilidade de aparecerem obstáculos inesperados; Caso conduza com pendura redobre os cuidados. O comportamento da sua mota com e sem pendura é completamente distinto decorrente do maior peso e volume; Utilize sempre equipamento próprio para moto: nunca dispense calçado, calças, luvas e blusão com as respetivas proteções e utilize capacete com viseira ou óculos apropriados. Não facilite na proteção da sua vida! A Multa Zero deseja-lhe uma boa viagem em segurança!
Ler MaisAcabou de tirar a carta de condução? Temos alguns conselhos!
Parabéns! Concluiu com sucesso o seu exame e já tem a carta de condução! Preparado para os desafios que o esperam ao volante? Até tomar o hábito e ganhar conforto ao volante, as primeiras viagens sem um instrutor no lugar do copiloto podem revelar-se grandes aventuras por todas as situações que pode encontrar. Para o ajudar nesta primeira etapa como recém-encartado, partilhamos consigo alguns conselhos que lhe trarão mais experiência ao volante e que o tornarão num bom condutor. 1. Enfrente o medo Qualquer condutor comete erros e, naturalmente, um condutor inexperiente está mais suscetível a falhar. Aplique uma condução defensiva para evitar correr o risco de se colocar em situações de perigo. Poderá sempre apanhar sustos com situações com as quais se possa deparar, mas não fique com medo nem deixe de conduzir por isso – faz tudo parte do dia-a-dia de um condutor. 2. Conheça o seu veículo Quer comece a conduzir na sua própria viatura, quer comece por conduzir o carro de um familiar, terá sempre de o conhecer e de se adaptar às suas caraterísticas. Ajuste sempre os espelhos retrovisores e os bancos e certifique-se que sabe onde estão os botões para todos os comandos, desde luzes, a limpa para-brisas e sistema de sofagem. Conheça também a sensibilidade dos pedais do carro, bem como a sua caixa de velocidades. Acima de tudo, confie e aprenda com o seu carro. 3. Circule na faixa mais à direita No próprio Código da Estrada aprendemos que devemos circular sempre o mais direita possível na faixa de rodagem, ficando as restantes faixas reservadas para ultrapassagens. Como são os seus primeiros tempos como condutor, não queira acelerar para lá daquilo que se sente confortável – e, claro, nunca para lá dos limites de velocidade estabelecidos para o local onde se encontra! Não se sinta pressionado em circular mais à esquerda e arrisque ultrapassagens quando necessário, sem correr riscos 4. Conduza em dias de chuva Se acaba de tirar a carta no inverno, esta é uma boa época para se adaptar rapidamente aos cenários mais adversos à condução. Nestes dias, a chuva e o vento afetam diretamente a visibilidade e as condições do piso, o que implica uma atenção redobrada sobre a estrada, os outros veículos e o seu próprio carro. 5. Não peque no telemóvel Se se recordar do que aprendeu nas aulas de Código, é proibida a condução com o telemóvel -incorre numa contraordenação muito grave. Além disso, a distração provocada pelo telemóvel, mais do que uma multa, pode custar a sua segurança e a de outros condutores ou peões. Se surgir alguma chamada urgente, encoste o carro onde for possível e atenda, caso contrário, qualquer conversa pode esperar até estacionar o seu carro. 6. Pratique, pratique, pratique… Não há outra forma de ganhar confiança e experiência ao volante a não ser praticar. Se tiver carro próprio ou um carro de um familiar, conduza um bocadinho todos os dias, em momentos diferentes do dia, em estradas com caraterísticas distintas. Mantenha a calma ao volante e enfrente os seus receios – dessa forma ficará cada vez mais seguro sempre que pegar no carro. Mais tarde ou mais cedo a condução será algo simples e natural. Leve consigo todos os ensinamentos e bons exemplos que recebeu dos seus instrutores, respeitando sempre as boas práticas que o Código da Estrada defende. E lembre-se: a estrada não é só sua.
Ler MaisQuantos pontos tem na carta de condução? Saiba como consultar
Conheça o passo-a-passo de como consultar os pontos que tem na carta de condução. As contraordenações rodoviárias classificadas como graves, muito graves ou crimes, passaram a subtrair pontos à carta de condução dos condutores, com a entrada em vigor do novo modelo de carta de condução. Aos 12 pontos inicialmente atribuídos, cada contraordenação ao código da estrada irá subtrair pontos de acordo com a gravidade da infração (para além da respetiva coima). Para que todos os condutores possam consultar o seu cadastro individual e ter acesso aos processos associados às infrações cometidas, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) desenvolveu uma plataforma – o Portal das Contraordenações Rodoviárias. No Portal das Contraordenações, além acompanhar o seu histórico como condutor, pode ainda controlar os pontos que tem na sua carta e saber se passou por algum radar em excesso de velocidade ainda antes de ser notificado para a sua morada. Desta forma poderá precaver-se e preparar-se para um cenário de contestação de multa. Para ter acesso a todas estas informações, basta fazer um registo como pessoa singular no portal da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR). Para fazer o registo com cartão de cidadão necessita de um leitor de cartões, de possuir os respetivos certificados instalados e seguir os seguintes passos: Selecionar “Cartão do Cidadão – Autentique-se aqui”; Autorizar a partilha de dados à ANSR; Confirmar o código de acesso e preencher; Preencher o formulário; Digitalizar e enviar a carta de condução em pdf. Para efetuar o registo sem o cartão de cidadão: Clicar em “Registar”; Preencher um formulário com variados dados pessoais obrigatórios; Digitalizar e enviar documentos como a carta de condução e o cartão do cidadão em pdf. Após o registo é necessário esperar que a senha de acesso chegue à morada indicada. Neste site apenas se excluem as contraordenações leves. Fique atento aos seus registos como condutor e evite perder pontos que o levem a patamares que possam obrigá-lo a frequentar ações de formação em segurança rodoviária (4 pontos), a repetir o exame de código (2 pontos) ou, até mesmo, ficar sem a carta de condução (0 pontos). Não corra riscos. Pratique uma condução segura e defensiva. Se for multado, a Multa Zero ajuda-o a contestar as suas multas de trânsito para que possa manter os seus pontos e a sua carta de condução.
Ler MaisSinistralidade – E o civismo na sociedade?
O civismo nas estradas portuguesas. A 18 de Novembro de 2018 – DIA MUNDIAL EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DA ESTRADA – o Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa realizou um apelo: aos portugueses para combater-se a sinistralidades rodoviária; e às autoridades para focarem-se “na prevenção, na educação e na sinalização” A razão deste apelo decorreu do incremento de acidentes rodoviários e vítimas mortais que estava a ocorrer em 2018 face a anos anteriores; de tal forma que considerou que estava em causa uma “preocupação nacional”, conforme nota presente no site da Presidência da República: “A sinistralidade rodoviária tem uma trágica e imensa dimensão para todos os que, diretamente, vivem com as memórias dolorosas, na maior parte das vezes permanentes, causadas pela privação traumática de alguém próximo. É um problema grave à escala mundial, mas também à escala nacional”. Porém este apelo parece não ter surtido o efeito necessário na sociedade portuguesa considerando os números de 2019 – período de 1 Janeiro a 21 de Setembro – em comparação com o mesmo período de 2018 (fonte: ANSR): Mais 517 acidentes Mais 109 feridos graves Mais 683 feridos leves E infelizmente 346 vidas perdidas nas estradas portuguesas. A dureza dos números traduz-se que nas estradas portuguesas ocorrem pelo menos: 15 acidentes por hora; 1 ferido leve a cada 15 minutos; 1 ferido grave a cada 4 horas; 4 pessoas a cada 3 dias perdem a vida nas estradas portuguesas. São números que exigem uma reflexão profunda da parte da sociedade portuguesa a todos os níveis! O número de famílias destruídas ou tragicamente afetadas por esta “preocupação nacional” é simplesmente brutal e traduz-se do facto de quase todos nós conhecermos uma pessoa ou uma família que é afetada por esta tragédia nacional! É fundamental recordar que a segurança rodoviária é definida pelas pessoas! As pessoas são os utentes da via pública, sejam condutores (de veículo a motor ou sem motor) ou peões! É da combinação dos comportamentos dos condutores e peões – seres humanos que terão famílias, amigos, colegas de trabalho, hobbies, vidas construídas assentes na relação entre pessoas – que vai ser construído e definido o nível de segurança rodoviária! Para melhorar a segurança rodoviária fica evidente como é fundamental o contributo de todos! Porém diariamente, apesar das regras, avisos e ameaças de multas que são do conhecimento de todos e das ações de sensibilização e alerta realizadas pelas autoridades, é possível observar os mais variados comportamentos de risco na estrada, em desrespeito pelas regras do código, pelos outros condutores, peões e ambiente. Deste modo, como utente da via pública – em que veste a camisola quer de condutor, quer de peão – e como ser humano de uma sociedade – em que no dia à dia terá diferentes papéis como pai, filho, marido, profissional, amigo – partilhamos convosco 3 princípios que na perspetiva da equipa Multa Zero são fundamentais para uma sociedade evoluir e alcançar uma maior segurança rodoviária: Civismo, Respeito, Conhecimento e CUMPRIMENTO DAS REGRAS DO CÓDIGO. O Civismo e o Respeito, são 2 princípios que têm de ser cultivados desde os primeiros passos e os seus “ramos” crescerem em conjunto com a evolução do ser humano – os recém-nascidos de hoje serão os líderes de amanhã! Nesta fase a família, a creche, o infantário e a escola são elementos fundamentais no seu crescimento! São nestes núcleos em que na sua maioria o ser-humano cresce e evolui! Se o civismo e o respeito ficar por existir nesta fase como se espera que depois possa existir respeito e civismo para com a restante sociedade? É fundamental construir-se uma sociedade assente em pessoas e não em indivíduos! Afinal o que nos distingue dos animais irracionais vai para muito para além da racionalidade! Por fim o conhecimento e o cumprimento das regras do código são igualmente fundamentais. Não só dos condutores, mas de todos os utentes da via pública – condutores e peões têm regras que têm de conhecer e respeitar! Para isso será suficiente: Civismo, Respeito, Conhecimento e cumprimento das regras do código; E vontade em fazer melhor! No âmbito destes princípios partilhamos hoje 13 exemplos de comportamentos de risco, que põe em causa a segurança e a vida de quem está na via pública e que na maioria das vezes, são tão simples de resolver. 1. Objetos a “voarem” para a via pública. Quantas vezes observa cigarros a “voarem” para a via pública? E porque motivo continua a ocorrer apesar dos inúmeros alertas de como é perigoso para os utentes da via pública (especialmente para motociclistas e peões) este comportamento? Este perigo agrava-se ainda mais quando este “voar” poderá estar na origem de fogos e de poluição. Porém “o desejo” de voar” não é apenas dos cigarros! Garrafas, latas, sacos, embalagens entre outros são vistos constantemente em autênticos voos para a via pública. Numa altura em que se fala da sustentabilidade do planeta, como é possível que estes comportamentos continuem? Utilizar os recipientes adequados despejar o lixo é simples! 2. Faróis: encadear ou circular na escuridão? Conduziu recentemente à noite? Quantas viaturas cruzaram-se consigo e que o encadearam? Ou quantas viaturas circularam à sua frente sem sequer uma luz de presença? Dois comportamentos de fácil resolução, mas cuja a negligência dos proprietários destas viaturas colocam em perigo outros condutores e peões. A manutenção e verificação das luzes deve ser praticamente diária 3. Óleo a pingar? Não é preocupante! Não tenho nenhuma luz acesa no painel! Quantas vezes verifica vestígios (em alguns casos autênticas poças) de óleo na estrada? E em locais de paragem – como semáforos e passagens de peões – que até parece que é um requisito? A existência destes vestígios incrementa drasticamente a diminuição da aderência do piso, contribuindo para o incremento de derrapagens e de acidentes. O risco de acidente e queda aumenta exponencialmente para as viaturas de 2 rodas. A preocupação com a boa manutenção da viatura é fundamental! 4. Fazer “pisca”? Os outros que adivinhem! A utilização dos indicadores de mudança de direção
Ler MaisVai de férias e o calor está a chegar?
Atenção a estas 7 recomendações enquanto conduz nas férias! O mês de Agosto está a decorrer, mês caracteristicamente reconhecido como sendo o mês de eleição para usufruir do seu período de férias e dos momentos de diversão e lazer! Assim durante este período muitas famílias e amigos realizam viagens de centenas de quilómetros até ao seu destino de férias! Este facto traduz-se num incremento intensivo do tráfego nas estradas portuguesas, o que somando a subida das temperaturas expectáveis para os próximos dias, vai exigir de si cuidados redobrados na sua condução! Assim partilhamos consigo algumas recomendações que deverá ter durante a condução neste período, de forma a usufruir da melhor forma do seu período de descanso e lazer. Se puder, não conduza nas horas de maior calor Não conduza no período das 12h às 17h – este é o período em que os raios solares são mais intensos, o que poderá traduzir-se em situações de desconforto enquanto conduz. Em acréscimo o calor intenso após as refeições dá origem a uma sensação de maior sonolência, o que irá influenciar de forma negativa a sua condução! Atenção à carga em excesso Já pensou que nos voos colocam um limite de bagagem por passageiro por motivos de segurança? Então faça o mesmo antes de iniciar a sua viagem! Leve apenas o essencial para usufruir do seu período de férias. Ao fazer isso irá beneficiar de um menor consumo e desgaste da sua viatura e irá permitir-lhe uma maior capacidade de reação perante situações inesperadas ao longo da sua viagem. Atenção às crianças e animais Numa viagem longa os cuidados com crianças e animais deverão ser redobrados, dado que estaremos perante viagens de maior distância, o que obrigatoriamente irá implicar períodos de inatividade. Garanta que as crianças e os animais estão devidamente instalados com os respetivos mecanismos de segurança e realize, sempre que possível, paragens de 80 em 80 minutos para permitir a diminuição do desgaste físico e a reposição de líquidos. E durante as paragens nunca deixe o carro fechado com as crianças e/ou os animais no seu interior! Conduza com calma Durante a sua viagem controle a ansiedade por chegar ao destino. Realize uma condução defensiva e preventiva, usufrua da viagem, aproveitando para apreciar as paisagens pelas quais irá passar. Se bebeu álcool, não conduza! O excesso de álcool e a condução são 2 elementos que não se juntam! É Lei! Porém, mesmo que tenha consumido álcool em valores permitidos pela lei, não conduza logo a seguir. O álcool e o calor são 2 elementos que só por si já causam sonolência. A junção dos 2 incrementa drasticamente os riscos de segurança da sua viagem. Realize pausas antes e durante as viagens Diariamente lemos ou ouvimos que o descanso é fundamental para garantirmos que o nosso corpo repõe os níveis físicos e intelectuais necessários para o nosso dia à dia. O mesmo se aplica quando vai de viagem para férias! A ausência de descanso é um dos maiores inimigos do nossos sentidos e consequentemente da nossa capacidade de reação perante o inesperado. Descanse! Faça pausas durante a sua viagem! Faça uma revisão ao seu carro antes da viagem O seu corpo necessita de descanso e de um check-up para estar em condições e enfrentar o seu dia à dia! O seu automóvel necessita do mesmo! Se está próximo o momento de realizar a revisão anual, faça-o antes das suas férias. A revisão já foi realizada? Verifique igualmente alguns elementos fundamentais: a pressão dos pneus, os níveis de água e óleo, a bateria e o ar condicionado. Garanta que realiza as viagens que planeou para as suas férias ao invés de no final estar a contar como o seu automóvel não lhe permitiu usufruir das férias que desejava! A Multa Zero deseja-lhe uma boa viagem em segurança!
Ler MaisConduzir de noite: as 5 regras de ouro
Quando cai a noite, perdemos a iluminação natural que o sol nos oferece. A iluminação de estrada, para além de por vezes não estar a 100%, nunca é suficiente para garantirmos a máxima segurança quando estamos a conduzir. Apesar de haverem menos condutores na generalidade das estradas, a visibilidade é menor e o cansaço acumulado de um dia ativo podem afetar negativamente o desempenho da condução. Uma atitude irrefletida pode mudar por completo o rumo da sua vida e da de quem partilha a faixa de rodagem consigo. Perante as condições que a noite nos impõe, existe um conjunto de princípios básicos que devemos aplicar à nossa condução para nos adaptarmos ao contexto: 1. Não conduza se estiver cansado Se estiver cansado e fora das suas melhores capacidades, não corra o risco de se colocar a si e a outros passageiros ou condutores em perigo. A fadiga reduz a sua capacidade de reação em situações adversas e, no final do dia, nada é mais precioso do que a sua saúde e segurança. 2. Controle muito bem a velocidade Todos nós sabemos que à noite há menos veículos a circular na estrada, fator que nos leva muitas vezes a desafiar os limites de velocidade para “encurtar” a distância até ao destino. No entanto, o excesso de velocidade, aliado à visibilidade reduzida, condiciona a estabilidade do veículo e a capacidade de reação de quem está ao volante. 3. Utilize as luzes mais apropriadas Tenha atenção ao ângulo dos médios para não encadear os condutores que circulem em sentido oposto ao seu e não utilize os máximos se partilhar a estrada com outras viaturas. Faça uma revisão regular aos seus faróis para assegurar que as luzes de cruzamento (médios) e as luzes de estrada (máximos) do seu veículo estão a funcionar corretamente. A limpeza e a regulação dos seus faróis são tarefas que estão ao seu alcance e que deverá assumir periodicamente. 4. Verifique os espelhos e para-brisas Tenha igual atenção à posição dos seus espelhos retrovisores para assegurar a máxima visibilidade nos ângulos possíveis e evitar reflexos indesejados provocados pelos faróis dos outros veículos. Certifique-se que as escovas do limpa para-brisas estão operacionais. Lembre-se que é recomendável substituir as escovas do limpa para-brisas 1 vez por ano. 5. Numa viagem longa, pare a cada 2 horas Todos sabemos que não é recomendável conduzir por longos períodos de tempo sem pausas. Em viagens longas, é importante faça curtas paragens em estações de serviço para descansar o corpo, tomar um café e comer uma pequena refeição, para que de seguida possa retomar a viagem com as energias renovadas. A grande maioria dos acidentes rodoviários que ocorre de noite são provocados por condutores que adormecem ao volante. Para além de ser do conhecimento geral que não se deve conduzir sob o efeito do álcool, lembramos que determinados medicamentos podem provocar sonolência como efeito secundário. Se estiver medicado, leia as contra-indicações no folheto do seu medicamento antes de assumir a responsabilidade da condução.
Ler MaisSabia que já há passadeiras 3D em Portugal?
Depois de implementada noutros países pelo mundo, a primeira passadeira 3D já foi desenhada em Portugal! A iniciativa visa a redução gradual de velocidade, através de uma ilusão de ótica, e é pioneira no país. Os mais distraídos que passem na estrada paralela ao Colégio Novo da Maia podem não reparar que o aspeto da passadeira que fica junto àquela instituição de ensino, mudou. Com o intuito de aumentar a segurança rodoviária, a Avenida Monte Penedo, em Milheirós, na Maia, tem agora a primeira passadeira 3D de Portugal. O objetivo é criar uma ilusão de ótica aos condutores e, assim, fazer com que reduzam automaticamente a velocidade ao verem uma “passadeira flutuante”. Segundo o presidente da Câmara Municipal da Maia, António Silva Tiago, em declarações à agência Lusa, este investimento tem “potencialidades no incremento da segurança rodoviária, particularmente na defesa dos peões”. “Por isso esta solução ficará em teste e se a sua eficácia der provas no terreno eventualmente passará a ser usada noutros locais do concelho.” Em Portugal, este é um projeto pioneiro e é fruto de uma parceria entre a Câmara Municipal da Maia, a Monroe e o piloto Tiago Monteiro. Lá fora, todavia, já existem vários exemplos de passadeiras 3D. A primeira foi pintada no Japão, mas a solução também já foi implementada em Ísafjorour, na Islândia, assim como na Índia, na China ou na Rússia.
Ler Mais6 dicas para uma condução segura no outono
Prepare-se para as condições adversas do outono. Depois de um verão que, ano após ano, tende a prolongar-se até aos dias mais altos do mês de outubro, finalmente o outono se faz sentir. Nesta meia estação podemos esperar um contexto climático inconstante, entre dias de sol e de temperaturas agradáveis e dias de frio, de chuva e até de nevoeiro. No caminho para uma estação do ano (infelizmente) favorável ao aumento dos acidentes rodoviários, aproveitamos para lhe deixar algumas recomendações para uma condução segura. 1. Consulte o estado do tempo e do trânsito antes de conduzir Informe-se a priori sobre as condições climatéricas previstas para os vários períodos do dia, bem como o estado do trânsito nas zonas por onde prevê circular. Assim, conseguirá evitar acidentes, engarrafamentos e percursos que apresentem condições adversas e poderá, também, tomar as precauções certas para uma condução segura. 2. Verifique o estado dos pneus É importante adaptar a sua condução ao estado da via no outono e no inverno, uma vez que a chuva e o gelo poderão condicionar a distância de travagem. Também no verão, se o seu carro não estiver numa garagem, os seus pneus poderão ficar ressequidos. Não corra o risco de andar na estrada com pneus desgastados e com pouca aderência ao piso. Recomendamos que, ao fazer o check-up habitual ao seu veículo, tenha particular atenção ao estado dos pneus. 3. Garanta o bom estado do limpa para-brisas As escovas dos limpa para-brisas sofrem um grande desgaste com a sua utilização e com a sua exposição às variadíssimas condições climatéricas. Conduzir com um limpa para-brisas em mau estado pode levar a uma perda de 20% a 30% de visibilidade. É recomendável que substitua as escovas do limpa para-brisas uma vez por ano antes do inverno começar. 4. Ligue os médios sempre que a visibilidade for reduzida Com a mudança de estação e a alteração do fuso horário, os dias ficam obrigatoriamente mais curtos e as noites mais longas. A perda de algumas horas de luz durante o período ativo do dia pressupõe uma condução com visibilidade mais reduzida nas primeiras horas da manhã e ao final da tarde, durante as quais se recomenda a utilização das luzes de cruzamento (médios). 5. Atenção à aquaplanagem Em dias de chuva, o piso molhado pode representar um risco maior para a criação de lençóis de água. A água, ao acumular nos pneus, cria uma camada fina entre a borracha e a superfície da estrada, fazendo com que o pneu perca o seu contacto com o asfalto e deslize fora de controlo. 6. Conduza com tranquilidade Pensamento transversal a qualquer época do ano. Uma vez ao volante, devemos ter atenção a todos os fatores que estão ao nosso alcance e que podem influenciar a condução. Verifique sempre a posição e visibilidade dos seus espelhos e regule o seu banco antes de ligar o carro. Mantenha a calma ao pegar no volante, esteja atendo à estrada e obstáculos e evite movimentos bruscos.
Ler MaisQuanto dinheiro gasta por ano com os piscas?
Ao perguntar quanto é que custa usar os sinais de mudança de direção de um veículo ninguém saberia responder…até que alguém fez as contas e a conclusão pode surpreender. Componentes muitas vezes desvalorizados, inclusivamente por condutores já com muitos anos e quilómetros na estrada, que facilmente se esquecem da sua existência, os sinais de mudança de direção – vulgarmente conhecidos como “piscas” – têm, na realidade, um valor associado: no valor pago pelo automóvel; na sobrecarga que representam para o sistema elétrico; e até mesmo na carteira, quando, pelo seu não acionamento, acabamos com muita chapa batida, com previsões de uma “conta gorda” na oficina… Se nunca fez as contas quanto àquilo que lhe poderá custar, ou não, a utilização dos piscas, saiba que, nos Estados Unidos da América, estima-se que a não utilização dos sinais de mudança de direção causa o dobro dos acidentes resultantes da distração ao volante. Ora, alguns experimentados condutores defendem a teoria de que evitam utilizar os piscas para não elevar o consumo do veículo – algo totalmente errado, já que a utilização dos sinais de mudança de direção no custo anual do veículo é, na verdade, quase nula! Mas já lá vamos. Além de ser um ato de cortesia e de respeito pelos demais condutores, utilizar os piscas começa logo por ser a melhor forma de poupar o dinheiro que forçosamente teremos de gastar no pagamento de uma multa de trânsito (é preciso não esquecer que é obrigatório sinalizar as mudanças de direção) ou noutro qualquer tipo de percalço. Já quanto à energia gasta nesse “desafio enorme”, as contas são “relativamente” fáceis de fazer: se pensarmos que um automóvel tem, no mínimo, seis intermitentes, cuja potência total média é de 140 W, e o seu funcionamento é de um mínimo de 60 vezes por minuto, até um máximo de 120 vezes/minuto; e se a isto juntarmos a eficiência térmica do motor (cerca de 25%) e do alternador (a rondar os 75%); o consumo médio dos piscas deverá rondar os 70 W/h. Tomando em linha de conta que a eficiência do sistema que fornece a energia aos intermitentes é de, sensivelmente, 17,5%, e que as luzes passam cerca de 100 segundos acesas por dia, o custo médio de utilização deste componente na automóvel ronda, por ano, nos EUA… 0,29 dólares. Ou seja, pouco mais de 20 cêntimos/ano! Coloca-se a questão: será que justifica mesmo não os utilizarmos? A “agravar” ainda mais as contas, o facto de alguns dos piscas hoje em dia utilizados serem em LED, uma tecnologia seis vezes mais eficiente que os piscas de halogéneo! O que faz com que, e ainda falando no mercado americano, o preço caia para os seis centavos de dólar; ou seja, 5 cêntimos/ano! Mas se o leitor está já – e bem – a argumentar com o facto do preço dos combustíveis, na Europa, ser bem mais alto, respondemos-lhe que também não será por aqui que o rombo na carteira será particularmente grande. É que, segundo a mesma fórmula, utilizar os piscas de halogéneo custa, em média e para o condutor europeu, 50 cêntimos por ano; com o valor a cair para os 8 cêntimos, se estivermos a falar de tecnologia LED. A qual, por sinal, até tem um período de vida mais longo.
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