Documentação: os documentos que deve ter e trazer no carro
Saiba quais os documentos que tem que ter sempre presente quando conduz o seu carro. Imagine uma situação bastante comum: é sexta-feira e está a regressar a casa depois de um jantar. Algures no percurso é mandado parar numa Operação STOP e o agente de autoridade pede-lhe os seus documentos e os documentos da sua viatura. O que é que tem de apresentar? Se nunca passou por esta situação ou se, por outro lado, apesar de já ter passado, nunca tem a certeza dos documentos que precisa de ter consigo, nós ajudamos: Documentos de identificação pessoal (Cartão do Cidadão ou Bilhete de Identidade e Cartão de contribuinte ou Passaporte); Carta de Condução; Documento Único Automóvel ou, no caso do veículo ser antigo, o livrete e o título de registo de propriedade; Ficha de Inspeção Obrigatória do automóvel; Certificado de Seguro Automóvel (a carta verde onde está o dístico para colocação no para-brisas). Se não transportar algum destes documentos consigo, arrisca-se a ser sancionado com uma multa no valor de 60€ por cada documento em falta. No entanto, esta multa poderá baixar para 30€ se apresentar os documentos num prazo de 8 dias. Para além da apresentação dos documentos, as entidades fiscalizadoras irão sempre verificar os dísticos afixados no para-brisas da frente, dos quais, hoje em dia, apenas o Selo do Seguro Automóvel é obrigatório. O comprovativo de Imposto Único de Circulação e o dístico de Inspeção Obrigatória do Automóvel já não requerem uma presença obrigatória. A ausência do dístico de seguro será punida com uma contraordenação leve, que lhe irá custar €250 ou €125, caso prove no ato da fiscalização que o seu seguro obrigatório está válido. Se por acaso o seu carro for a GPL (Gás de Petróleo Liquefeito), deverá juntar este dístico ao do Seguro Automóvel. Para automóveis mais antigos, este dístico de cor azul deverá ser colocado na traseira da viatura. Em viaturas equipadas com o novo dístico verde, este é colocado no para-brisas e que permite o estacionamento em parques fechados.
Ler MaisAcabou de tirar a carta de condução? Temos alguns conselhos!
Parabéns! Concluiu com sucesso o seu exame e já tem a carta de condução! Preparado para os desafios que o esperam ao volante? Até tomar o hábito e ganhar conforto ao volante, as primeiras viagens sem um instrutor no lugar do copiloto podem revelar-se grandes aventuras por todas as situações que pode encontrar. Para o ajudar nesta primeira etapa como recém-encartado, partilhamos consigo alguns conselhos que lhe trarão mais experiência ao volante e que o tornarão num bom condutor. 1. Enfrente o medo Qualquer condutor comete erros e, naturalmente, um condutor inexperiente está mais suscetível a falhar. Aplique uma condução defensiva para evitar correr o risco de se colocar em situações de perigo. Poderá sempre apanhar sustos com situações com as quais se possa deparar, mas não fique com medo nem deixe de conduzir por isso – faz tudo parte do dia-a-dia de um condutor. 2. Conheça o seu veículo Quer comece a conduzir na sua própria viatura, quer comece por conduzir o carro de um familiar, terá sempre de o conhecer e de se adaptar às suas caraterísticas. Ajuste sempre os espelhos retrovisores e os bancos e certifique-se que sabe onde estão os botões para todos os comandos, desde luzes, a limpa para-brisas e sistema de sofagem. Conheça também a sensibilidade dos pedais do carro, bem como a sua caixa de velocidades. Acima de tudo, confie e aprenda com o seu carro. 3. Circule na faixa mais à direita No próprio Código da Estrada aprendemos que devemos circular sempre o mais direita possível na faixa de rodagem, ficando as restantes faixas reservadas para ultrapassagens. Como são os seus primeiros tempos como condutor, não queira acelerar para lá daquilo que se sente confortável – e, claro, nunca para lá dos limites de velocidade estabelecidos para o local onde se encontra! Não se sinta pressionado em circular mais à esquerda e arrisque ultrapassagens quando necessário, sem correr riscos 4. Conduza em dias de chuva Se acaba de tirar a carta no inverno, esta é uma boa época para se adaptar rapidamente aos cenários mais adversos à condução. Nestes dias, a chuva e o vento afetam diretamente a visibilidade e as condições do piso, o que implica uma atenção redobrada sobre a estrada, os outros veículos e o seu próprio carro. 5. Não peque no telemóvel Se se recordar do que aprendeu nas aulas de Código, é proibida a condução com o telemóvel -incorre numa contraordenação muito grave. Além disso, a distração provocada pelo telemóvel, mais do que uma multa, pode custar a sua segurança e a de outros condutores ou peões. Se surgir alguma chamada urgente, encoste o carro onde for possível e atenda, caso contrário, qualquer conversa pode esperar até estacionar o seu carro. 6. Pratique, pratique, pratique… Não há outra forma de ganhar confiança e experiência ao volante a não ser praticar. Se tiver carro próprio ou um carro de um familiar, conduza um bocadinho todos os dias, em momentos diferentes do dia, em estradas com caraterísticas distintas. Mantenha a calma ao volante e enfrente os seus receios – dessa forma ficará cada vez mais seguro sempre que pegar no carro. Mais tarde ou mais cedo a condução será algo simples e natural. Leve consigo todos os ensinamentos e bons exemplos que recebeu dos seus instrutores, respeitando sempre as boas práticas que o Código da Estrada defende. E lembre-se: a estrada não é só sua.
Ler MaisRadares fixos reforçam a cidade de Lisboa
As estradas da cidade de Lisboa irão receber um reforço de radares fixos ainda este ano. Com o objetivo de aumentar a consciencialização dos condutores portugueses e reduzir os índices de sinistralidade rodoviária na capital, a autarquia está a desenhar um plano de prevenção rodoviária, no qual estima-se que serão instalados mais do dobro dos radares que atualmente já se encontram a operar (21). Os novos radares fixos serão instalados nas vias com maiores registos de sinistralidade, como o cruzamento da Avenida Gago Coutinho com a Avenida Estados Unidos da América ou na Avenida Calouste Gulbenkian. Para além da instalação de novos radares fixos, a autarquia de Lisboa irá, também, diminuir o limite máximo de velocidade permitida no troço da 2ª Circular que une o Fonte Nova ao nó da Buraca, de 80 km/h para 50 km/h. Nos locais cuja velocidade está limitada nos 30 km/h, como escolas, lares de idosos e zonas habitacionais com mais ocorrências de acidentes, haverá também um reforço no controlo. Esteja atento quando estiver ao volante. Caso seja multado, o Multa Zero ajuda-o a contestar as suas multas de trânsito para que possa manter os seus pontos e a sua carta de condução. Ligue para o 211 455 416 ou envie-nos um email para apoio@multazero.pt e exponha o seu caso juntamente com o seu auto. Nós tratamos da sua defesa.
Ler MaisQuantos pontos tem na carta de condução? Saiba como consultar
Conheça o passo-a-passo de como consultar os pontos que tem na carta de condução. As contraordenações rodoviárias classificadas como graves, muito graves ou crimes, passaram a subtrair pontos à carta de condução dos condutores, com a entrada em vigor do novo modelo de carta de condução. Aos 12 pontos inicialmente atribuídos, cada contraordenação ao código da estrada irá subtrair pontos de acordo com a gravidade da infração (para além da respetiva coima). Para que todos os condutores possam consultar o seu cadastro individual e ter acesso aos processos associados às infrações cometidas, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) desenvolveu uma plataforma – o Portal das Contraordenações Rodoviárias. No Portal das Contraordenações, além acompanhar o seu histórico como condutor, pode ainda controlar os pontos que tem na sua carta e saber se passou por algum radar em excesso de velocidade ainda antes de ser notificado para a sua morada. Desta forma poderá precaver-se e preparar-se para um cenário de contestação de multa. Para ter acesso a todas estas informações, basta fazer um registo como pessoa singular no portal da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR). Para fazer o registo com cartão de cidadão necessita de um leitor de cartões, de possuir os respetivos certificados instalados e seguir os seguintes passos: Selecionar “Cartão do Cidadão – Autentique-se aqui”; Autorizar a partilha de dados à ANSR; Confirmar o código de acesso e preencher; Preencher o formulário; Digitalizar e enviar a carta de condução em pdf. Para efetuar o registo sem o cartão de cidadão: Clicar em “Registar”; Preencher um formulário com variados dados pessoais obrigatórios; Digitalizar e enviar documentos como a carta de condução e o cartão do cidadão em pdf. Após o registo é necessário esperar que a senha de acesso chegue à morada indicada. Neste site apenas se excluem as contraordenações leves. Fique atento aos seus registos como condutor e evite perder pontos que o levem a patamares que possam obrigá-lo a frequentar ações de formação em segurança rodoviária (4 pontos), a repetir o exame de código (2 pontos) ou, até mesmo, ficar sem a carta de condução (0 pontos). Não corra riscos. Pratique uma condução segura e defensiva. Se for multado, a Multa Zero ajuda-o a contestar as suas multas de trânsito para que possa manter os seus pontos e a sua carta de condução.
Ler Mais“Partilha a Vida, Não a Velocidade!”
A Polícia de Segurança Pública (PSP) tem em curso até domingo a operação “Partilha a Vida, Não a Velocidade!” A fiscalização rodoviária será focada no uso indevido de telemóvel, excesso de álcool, excesso de velocidade e vai contar com a participação de todos os Comandos a nível nacional, com o objetivo de assegurar e reforçar a segurança rodoviária. Em comunicado, a PSP refere que o grande objetivo é prevenir a sinistralidade rodoviária através desta operação – a decorrer até 10 de novembro – com o compromisso de reforçar a segurança rodoviária, com a fiscalização focada nos comportamentos de risco, principalmente nas condutas que têm elevada prevalência e maior impacto na sinistralidade rodoviária. Em comunicado, a Polícia de Segurança Pública garante que terá «uma atitude preventiva, proativa e dissuasora da sinistralidade rodoviária, intensificada neste período através desta mobilização operacional». A Multa Zero deseja-lhe uma boa viagem em segurança!
Ler MaisNovo sinal de trânsito? Alterações à sinalização?
Conheça as novidades e alterações ao Regulamento de Sinalização de Trânsito. Quem anda na estrada vai reparar num novo sinal: a identificação das “zonas de residência ou de coexistência”, ou seja, zonas onde se verifica uma utilização por peões e veículos e nas quais irão vigorar regras especiais de trânsito, as quais terão de estar devidamente sinalizadas. Adicionalmente, e em locais que em que exista a possibilidade de ocorrerem situações de especial perigosidade, passa a ser permitida a inscrição de sinais de trânsito no pavimento, designadamente do sinal que indica a proibição de exceder a velocidade máxima, complementando a sinalização vertical no alerta aos utentes dos limites de velocidade impostos.” As alterações em causa – entre outras – decorrem da “promoção da segurança rodoviária e da diminuição da sinistralidade que levaram o Governo a atualizar e rever a estratégia nacional para a segurança rodoviária tendo sido aprovado, com a Resolução do Conselho de Ministros n.º 85/2017, de 19 de junho, o Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária — PENSE 2020. A presente alteração ao Regulamento de Sinalização de Trânsito (RST), enquadra -se nas medidas aprovadas na estratégia do PENSE 2020, visando o aperfeiçoamento e a atualização da sinalização rodoviária, desde logo promovendo a adaptação do Regulamento à alteração ao Código da Estrada, feita com a Lei n.º 72/2013, de 3 de setembro, que introduziu. Caso pretenda conhecer o decreto, partilhamos consigo o link de acesso às mesmas aqui. A Multa Zero deseja-lhe uma boa viagem em segurança!
Ler MaisTelemóvel: Agravamento das Multas! FAZ SENTIDO?
Saiba tudo sobre contraordenações por uso de telemóvel e evite multas enquanto conduz. Relacionado com um dos comportamentos de risco, ao longo desta semana voltou a ser destaque o tema do manuseamento do telemóvel durante a condução e o agravamento das penalizações, quer ao nível de coima (podendo chegar aos 1.250 euros); quer em termos de sanção acessória – ao invés de perder-se 2 pontos passará a ser penalizado com a retirada de 3 pontos. Apesar de ser evidente que o telemóvel é uma fonte de distração, a questão que se coloca é porque motivo continuamos a insistir no agravamento de penalizações ao invés de se investir na mudança de comportamentos? Será que os apelos constantemente realizados para o não manuseamento do telemóvel enquanto se conduz através de campanhas de sensibilização são ignorados? A perda de pontos e inibição de condução não são um elemento dissuasor? As inúmeras tecnologias e soluções disponíveis para realização de chamadas sem manusear o telemóvel são esquecidas? Será que a sociedade, que se intitula como de maior consciencialização e responsabilidade, ignora que o manuseamento do telemóvel enquanto conduz põe em causa não só a sua segurança, mas igualmente os outros condutores, os peões e os passageiros que possa estar a transportar? Infelizmente, e após análise dos números partilhados pela Polícia de Segurança Pública – do período de Junho a Outubro de 2019 – o flagelo do manuseamento do telemóvel enquanto se conduz continua a crescer: 11,33% das contraordenações decorre do manuseamento do telemóvel; É a 2.ª principal contraordenação registada, apenas superada pelo excesso de velocidade; Apresenta uma tendência de crescimento no peso das contraordenações registadas – de 9,83% em Junho evoluiu para um peso de 16,02% em Outubro. Se a estes números recordarmos que ocorrem 15 acidentes por hora acrescidos de que em 2018, segundo dados disponibilizados pela ANSR, PSP e GNR: 47,83% das vítimas perderam a sua vida em acidentes dentro das localidades; De um total de 34.235 acidentes com vítimas registadas, 26.513 ocorreram dentro das localidades – 77,44% do total de acidentes; E foram registadas, em média, 107 contraordenações por dia por manuseamento do telemóvel enquanto se conduz. Esta é uma clara demonstração do flagelo que os números traduzem das estradas portuguesas e de como o telemóvel é um instrumento, uma “arma” manuseada diariamente de forma negligente e que coloca em causa a vida de terceiros e do próprio que o utiliza! Numa era em que a sociedade vive “online”, 24 sobre 24 horas, os 7 dias da semana, em que tudo parece exigir uma resposta instantânea, algo tão simples parece esquecido: uma mensagem por responder ou uma chamada por atender podem ser devolvidas tranquilamente quando estacionar (não é parar!). Já a vida – do condutor ou a de outra pessoa – não permite uma hipótese de responder de volta se for perdida! Concentração na condução; a utilização do telemóvel somente apenas após a chegada ao destino! Deste modo é com naturalidade que afirmamos que este agravamento faz sentido e, na nossa opinião, peca por tardio. Mudar comportamentos, evoluir a mentalidade de uma sociedade demora o seu tempo! Exige investimento, tempo e perseverança! Assim será fundamental que este agravamento de sanções – pecuniária e acessória – seja acompanhado por um plano de ação: de longo prazo; que instrua a sociedade para os perigos da “arma” automóvel/motociclo quando utilizada de forma negligente; de sensibilização para os comportamentos de risco, suas consequências e da importância de uma condução preventiva e defensiva; que abranja todos os utentes das vias públicas – peões e condutores – e de todas as idades: desde os primeiros passos num pré-escolar até ao final das nossas vidas somos utentes das vias públicas: seja como peão e/ou como condutor, temos sempre algo de novo para aprender; e envolvendo as entidades municipais, as famílias e as escolas para as particularidades de cada região. Em suma é fundamental: Uma ação imediata que penalize e alerte para os comportamentos que colocam em risco a vida de terceiros e do próprio infrator; E um plano de ação de longo prazo que promova ações de sensibilização e formação transversais às faixas etárias e envolvendo condutores, peões e instituições, com o objetivo de promover o civismo, o respeito e a educação como princípios fundamentais para a construção de uma verdadeira sociedade. Na nossa opinião é desta combinação que serão definidos os comportamentos dos condutores e peões do futuro – seres humanos que terão famílias, amigos, colegas de trabalho, hobbies, vidas construídas assentes na relação entre pessoas – que irão definir o nível de segurança rodoviária! A Multa Zero deseja-lhe uma boa viagem em segurança!
Ler MaisNovos Radares detetam quem está ao telemóvel
Incidentes de quem conduz e está ao telemóvel representam 12% das multas em Portugal, segundo relatório da PSP. Já a APCAP refere que a tecnologia contribuiu para 32% dos acidentes em 2018. Os novos radares que estão a ser usados na Austrália usam sistemas inteligentes de deteção e reconhecimento de imagem para verificar se quem conduz está também a usar o telemóvel. É a tecnologia a favor da segurança rodoviária, como se vê no vídeo. Segundo informações reveladas por canais internacionais, existem 45 câmaras de deteção equipadas com esses sistemas inteligentes, que funcionam em diversas condições atmosféricas e mesmo se o veículo circula a 300km/hora. Obviamente ninguém gosta de ser apanhado ao telemóvel enquanto conduz. A segurança está em primeiro lugar. Conduza com segurança e esteja consciente dos seus direitos de condutor. Esteja atento quando estiver ao volante. Caso seja multado, o Multa Zero ajuda-o a contestar as suas multas de trânsito para que possa manter os seus pontos e a sua carta de condução. Ligue para o 211 455 416 ou envie-nos um email para apoio@multazero.pt e exponha o seu caso juntamente com o seu auto. Nós tratamos da sua defesa.
Ler MaisSinistralidade – E o civismo na sociedade?
O civismo nas estradas portuguesas. A 18 de Novembro de 2018 – DIA MUNDIAL EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DA ESTRADA – o Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa realizou um apelo: aos portugueses para combater-se a sinistralidades rodoviária; e às autoridades para focarem-se “na prevenção, na educação e na sinalização” A razão deste apelo decorreu do incremento de acidentes rodoviários e vítimas mortais que estava a ocorrer em 2018 face a anos anteriores; de tal forma que considerou que estava em causa uma “preocupação nacional”, conforme nota presente no site da Presidência da República: “A sinistralidade rodoviária tem uma trágica e imensa dimensão para todos os que, diretamente, vivem com as memórias dolorosas, na maior parte das vezes permanentes, causadas pela privação traumática de alguém próximo. É um problema grave à escala mundial, mas também à escala nacional”. Porém este apelo parece não ter surtido o efeito necessário na sociedade portuguesa considerando os números de 2019 – período de 1 Janeiro a 21 de Setembro – em comparação com o mesmo período de 2018 (fonte: ANSR): Mais 517 acidentes Mais 109 feridos graves Mais 683 feridos leves E infelizmente 346 vidas perdidas nas estradas portuguesas. A dureza dos números traduz-se que nas estradas portuguesas ocorrem pelo menos: 15 acidentes por hora; 1 ferido leve a cada 15 minutos; 1 ferido grave a cada 4 horas; 4 pessoas a cada 3 dias perdem a vida nas estradas portuguesas. São números que exigem uma reflexão profunda da parte da sociedade portuguesa a todos os níveis! O número de famílias destruídas ou tragicamente afetadas por esta “preocupação nacional” é simplesmente brutal e traduz-se do facto de quase todos nós conhecermos uma pessoa ou uma família que é afetada por esta tragédia nacional! É fundamental recordar que a segurança rodoviária é definida pelas pessoas! As pessoas são os utentes da via pública, sejam condutores (de veículo a motor ou sem motor) ou peões! É da combinação dos comportamentos dos condutores e peões – seres humanos que terão famílias, amigos, colegas de trabalho, hobbies, vidas construídas assentes na relação entre pessoas – que vai ser construído e definido o nível de segurança rodoviária! Para melhorar a segurança rodoviária fica evidente como é fundamental o contributo de todos! Porém diariamente, apesar das regras, avisos e ameaças de multas que são do conhecimento de todos e das ações de sensibilização e alerta realizadas pelas autoridades, é possível observar os mais variados comportamentos de risco na estrada, em desrespeito pelas regras do código, pelos outros condutores, peões e ambiente. Deste modo, como utente da via pública – em que veste a camisola quer de condutor, quer de peão – e como ser humano de uma sociedade – em que no dia à dia terá diferentes papéis como pai, filho, marido, profissional, amigo – partilhamos convosco 3 princípios que na perspetiva da equipa Multa Zero são fundamentais para uma sociedade evoluir e alcançar uma maior segurança rodoviária: Civismo, Respeito, Conhecimento e CUMPRIMENTO DAS REGRAS DO CÓDIGO. O Civismo e o Respeito, são 2 princípios que têm de ser cultivados desde os primeiros passos e os seus “ramos” crescerem em conjunto com a evolução do ser humano – os recém-nascidos de hoje serão os líderes de amanhã! Nesta fase a família, a creche, o infantário e a escola são elementos fundamentais no seu crescimento! São nestes núcleos em que na sua maioria o ser-humano cresce e evolui! Se o civismo e o respeito ficar por existir nesta fase como se espera que depois possa existir respeito e civismo para com a restante sociedade? É fundamental construir-se uma sociedade assente em pessoas e não em indivíduos! Afinal o que nos distingue dos animais irracionais vai para muito para além da racionalidade! Por fim o conhecimento e o cumprimento das regras do código são igualmente fundamentais. Não só dos condutores, mas de todos os utentes da via pública – condutores e peões têm regras que têm de conhecer e respeitar! Para isso será suficiente: Civismo, Respeito, Conhecimento e cumprimento das regras do código; E vontade em fazer melhor! No âmbito destes princípios partilhamos hoje 13 exemplos de comportamentos de risco, que põe em causa a segurança e a vida de quem está na via pública e que na maioria das vezes, são tão simples de resolver. 1. Objetos a “voarem” para a via pública. Quantas vezes observa cigarros a “voarem” para a via pública? E porque motivo continua a ocorrer apesar dos inúmeros alertas de como é perigoso para os utentes da via pública (especialmente para motociclistas e peões) este comportamento? Este perigo agrava-se ainda mais quando este “voar” poderá estar na origem de fogos e de poluição. Porém “o desejo” de voar” não é apenas dos cigarros! Garrafas, latas, sacos, embalagens entre outros são vistos constantemente em autênticos voos para a via pública. Numa altura em que se fala da sustentabilidade do planeta, como é possível que estes comportamentos continuem? Utilizar os recipientes adequados despejar o lixo é simples! 2. Faróis: encadear ou circular na escuridão? Conduziu recentemente à noite? Quantas viaturas cruzaram-se consigo e que o encadearam? Ou quantas viaturas circularam à sua frente sem sequer uma luz de presença? Dois comportamentos de fácil resolução, mas cuja a negligência dos proprietários destas viaturas colocam em perigo outros condutores e peões. A manutenção e verificação das luzes deve ser praticamente diária 3. Óleo a pingar? Não é preocupante! Não tenho nenhuma luz acesa no painel! Quantas vezes verifica vestígios (em alguns casos autênticas poças) de óleo na estrada? E em locais de paragem – como semáforos e passagens de peões – que até parece que é um requisito? A existência destes vestígios incrementa drasticamente a diminuição da aderência do piso, contribuindo para o incremento de derrapagens e de acidentes. O risco de acidente e queda aumenta exponencialmente para as viaturas de 2 rodas. A preocupação com a boa manutenção da viatura é fundamental! 4. Fazer “pisca”? Os outros que adivinhem! A utilização dos indicadores de mudança de direção
Ler MaisPonte Vasco da Gama encerrada
Circulação na Ponte Vasco da Gama interrompida por completo na noite de 17 para 18 de Setembro. No decorrer da noite de hoje – 17 de setembro – para a madrugada de 18 de setembro, ou seja, desta terça-feira para quarta-feira, no período entre a meia-noite e as 06h30, a Lusoponte irá encerrar por completo a circulação na Ponte Vasco da Gama. A decisão deste encerramento decorre de uma verificação da geometria da ponte, prevista no Programa de Monitorização Estrutural desta infraestrutura. Durante este período, em alternativa deverá utilizar a Ponte 25 de Abril. Porém recordamos as restrições existentes na circulação de transportes de matérias perigosas, em que apenas poderá ocorrer no período das 02h00 às 05h00. A Multa Zero deseja-lhe uma boa viagem em segurança!
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