Condução com telemóvel dá 115 multas por dia
O telemóvel é uma das principais distrações dos condutores no trânsito. Saiba quais os números e consequências do uso do telemóvel ao volante. O telemóvel é uma das principais distrações dos condutores portugueses no trânsito e uma das principais ameaças à segurança rodoviária ao longo dos últimos anos. Apesar de todas as medidas aplicadas para uma maior sensibilização aos condutores, o número de multas registadas pelo uso do telemóvel durante a condução mantém um ritmo ascendente. De acordo com os dados lançados pelas autoridades fiscalizadoras, este ano estão a ser emitidas, em média, 115 multas de trânsito por dia por condução com o telemóvel. Num balanço ao período em análise, a GNR multou 16.640 condutores pelo uso de telemóvel ao volante (entre 1 de janeiro a 15 de setembro), ao passo que a PSP multou 12.427 condutores (entre 1 de janeiro e 31 de agosto). Estes dados reportam ao período entre janeiro e setembro de 2018 e já ultrapassam os valores registados ao longo de todo o ano 2017 (114,1 multas por dia). A este compasso, espera-se que o número total de multas para 2018 seja superior ao do ano transato. A crescente distração dos condutores devido ao permanente desenvolvimento tecnológico leva a que, aos dias de hoje, a viatura do comum cidadão, além do seu próprio painel de controlo, transporte diariamente dispositivos GPS, smartphones e tablets que, na maior parte do tempo, são utilizados como atividade de lazer ao invés de um suporte à condução. Além de Portugal, um pouco por todo o mundo, a utilização do telemóvel na condução tem um impacto tão alto nos índices de sinistralidade rodoviária como o consumo de álcool e o excesso de velocidade. Lembre-se do código da estrada e siga as regras e todas as boas práticas para uma condução segura. Não ponha em causa a sua segurança e a daqueles que partilham a estrada consigo. Esteja atento quando estiver ao volante. Caso seja multado, o Multa Zero ajuda-o a contestar as suas multas de trânsito para que possa manter os seus pontos e a sua carta de condução. Ligue para o 211 455 416 ou envie-nos um email para apoio@multazero.pt e exponha o seu caso juntamente com o seu auto. Nós tratamos da sua defesa.
Ler MaisContestar multas de trânsito? Nós ajudamos!
O excesso de velocidade, a condução sob o efeito de álcool e a condução com o telemóvel são algumas das principais contraordenações rodoviárias e aquelas que poderão ter consequências maiores para o condutor. Sabemos desde logo que não podemos sobrepor-nos às regras do código da estrada, mas, por vezes, em pequenas distrações ou situações de urgência, até os condutores mais prudentes incorrem em infrações rodoviárias. Infelizmente, estamos todos sujeitos a um dia receber uma multa rodoviária. No entanto, se não concordar com a decisão das autoridades fiscalizadoras, pode sempre contestar a sua multa. O que diz a lei? Muitos cidadãos não sabem, mas a lei prevê que condutor autuado tem um prazo de 15 dias úteis para reclamar a sua multa. Não é obrigatório pagar a multa no momento em que é emitida pelo agente de autoridade, uma vez que existe uma opção, para muitos desconhecida, que permite fazer um depósito do valor da multa no prazo de 48 horas – desta forma poderá contestar a coima aplicada. Este prazo de 48 horas (ou de 15 dias para pagar a coima) começa a contar no dia seguinte à assinatura do aviso de carta registada ou 3 dias depois, no caso de ter sido recebida por outra pessoa. Como posso contestar uma multa rodoviária? Ligue para o 211 455 416 ou envie-nos um email para apoio@multazero.pt e exponha o seu caso com toda a informação que conseguir partilhar, incluindo uma descrição dos acontecimentos e uma cópia do seu auto. Sempre que necessário, partilhe connosco registos fotográficos e testemunhas da ocorrência. A equipa jurídica do Multa Zero ficará responsável por preparar e apresentar a sua defesa perante as autoridades competentes.
Ler MaisMultas de trânsito valem 145€ por minuto!
As autoridades estão a cobrar multas do Código da Estrada a um dos ritmos mais elevados de sempre. De acordo com os dados avançados pelo “Correio da Manhã”, os condutores pagaram 18,8 milhões euros em multas de trânsito entre janeiro e março deste ano. Contas feitas, as contraordenações na estrada custaram aos automobilistas mais de seis milhões de euros por mês, o equivalente a 145€ por minuto. Só nos primeiros três meses dos anos 2012 e 2015 é que o Estado arrecadou mais dinheiro nesta rubrica. Até ao final do presente ano, os automobilistas poderão vir a pagar o equivalente a 195€ por minuto em multas pelas infrações na estrada. Esteja atento quando estiver ao volante. Caso seja multado, o Multa Zero ajuda-o a contestar as suas multas de trânsito para que possa manter os seus pontos e a sua carta de condução. Ligue para o 211 455 416 ou envie-nos um email para apoio@multazero.pt e exponha o seu caso juntamente com o seu auto. Nós tratamos da sua defesa.
Ler MaisSabia que já há passadeiras 3D em Portugal?
Depois de implementada noutros países pelo mundo, a primeira passadeira 3D já foi desenhada em Portugal! A iniciativa visa a redução gradual de velocidade, através de uma ilusão de ótica, e é pioneira no país. Os mais distraídos que passem na estrada paralela ao Colégio Novo da Maia podem não reparar que o aspeto da passadeira que fica junto àquela instituição de ensino, mudou. Com o intuito de aumentar a segurança rodoviária, a Avenida Monte Penedo, em Milheirós, na Maia, tem agora a primeira passadeira 3D de Portugal. O objetivo é criar uma ilusão de ótica aos condutores e, assim, fazer com que reduzam automaticamente a velocidade ao verem uma “passadeira flutuante”. Segundo o presidente da Câmara Municipal da Maia, António Silva Tiago, em declarações à agência Lusa, este investimento tem “potencialidades no incremento da segurança rodoviária, particularmente na defesa dos peões”. “Por isso esta solução ficará em teste e se a sua eficácia der provas no terreno eventualmente passará a ser usada noutros locais do concelho.” Em Portugal, este é um projeto pioneiro e é fruto de uma parceria entre a Câmara Municipal da Maia, a Monroe e o piloto Tiago Monteiro. Lá fora, todavia, já existem vários exemplos de passadeiras 3D. A primeira foi pintada no Japão, mas a solução também já foi implementada em Ísafjorour, na Islândia, assim como na Índia, na China ou na Rússia.
Ler MaisSabia que os quilómetros do carro podem ser alterados?
A quilometragem falsa é um problema comum a uma variedade de veículos que circulam todos os dias nas estradas portuguesas. Saiba como confirmar os quilómetros do carro. No entanto, há forma de saber se os quilómetros do veículo foram alterados: VERIFICAR A DOCUMENTAÇÃO DO VEÍCULO A falsificação do conta-quilómetros pode ser verificada nos documentos do automóvel. Rever o livro de revisões do veículo, verificar se está carimbado, se as datas estão corretas, se não foram alteradas, assim como se não faltam páginas. A quilometragem também costuma estar apontada em cada inspeção: se o carro com 10 anos apenas andou 20-30 mil quilómetros, é provável que esteja alterado. Se possível comparar o número de quilómetros rodados desde a última revisão com as revisões anteriores. VERIFICAR AS CONDIÇÕES DO VEÍCULO A primeira coisa a fazer é verificar como estão as peças do automóvel em termos de desgaste. Não percebendo muito de carros ou mecânica, é possível pedir ajuda a um profissional para ter uma opinião imparcial e justa. Um mecânico, por exemplo, pode dizer se o desgaste das peças corresponde aos quilómetros indicados. Os sinais de desgaste estão presentes tanto no interior (pedais, volante, travões, embraiagem, borrachas etc), assim como no exterior (estado da pintura, aparência da zona frontal do capô). Podem não ser uma resposta exata, mas estes são sinais que podem indicar se o veículo tem mais quilómetros do que o painel indica. Tenha cuidado com carros com quilómetros alterados. Num enquadramento legal, é mesmo possível reunir provas que indiquem que a adulteração de quilómetros teve como objetivo uma venda, e a real intenção de enganar.
Ler MaisSinalize com os “piscas” para ser entendido
É difícil encontrar alguém que não se irrite quando se depara com uma manobra não assinalada. É complicado gerir a surpresa com que somos “presenteados” pelos outros condutores… Mas são só os outros ou você também o faz? Quando deve sinalizar as manobras As imprudências no trânsito podem sair caras, não só a nível material como também humano. O Código da Estrada estabelece um conjunto de regras que os condutores devem seguir. Antes de realizar a manobra o condutor deve, previamente, certificar-se que a pode realizar em condições de segurança e sem causar perigo ou entrave para o trânsito. Como forma de simplificar as situações e a forma de sinalizar, mostramo-las agrupadas por tipo de sinal que deverá usar. Pisca, serve para indicar: Mudança de faixa, ou de direção. Ligue-o, antecipadamente, para o sentido que deseja ir. Mas antes confirme, no retrovisor, se estão reunidas as condições de fazer a manobra e, só então, efetue a manobra; Se estiver procurando lugar de estacionamento. Isso evitará que o carro de trás fique muito próximo e impeça que a manobra de estacionamento seja realizada. Na presença de um ciclista, um veículo de tração animal ou outro obstáculo na via, basta sinalizar com para avisar ao condutor de trás sobre o fato. Mas não é necessário trocar de faixa, basta desviar a distância regulamentar; Utilize o pisca mesmo quando for o único veículo na estrada, assim ganhará o hábito de sinalizar as manobras. Quando deve usar os 4 piscas Luzes de perigo, ou seja, 4 piscas, devem ser usados para: Sinalizar e indicar aos outros condutores que o precedem de algo inesperado, como, por exemplo, algum buraco grande, obstáculo ou animais na via; Avisar ao condutor de trás que irá parar para deixar peões atravessarem em zonas sem semáforo. Caso se aperceba que o veículo de trás vem em alta velocidade, é aconselhável não parar; Parar para que passageiros embarquem ou desembarquem no carro; Avisar que será solidário e dará passagem para que um veículo que se encontra na via lateral entre no fluxo da via principal. O mesmo deve acontecer se a vez for dada passagem a veículos que estejam a sair de um estacionamento. O que diz a lei O condutor está obrigado a assinalar com a necessária antecedência a sua intenção. Para tal deverá utilizar a luz de mudança de direção prevista no Código da Estrada, no seu Artigo n.º 60. Onde consta que deverá ligar o pisca do lado correspondente ao da deslocação lateral do veículo e, no caso de redução de velocidade, a da direita. Assim, sempre que um condutor pretender reduzir a velocidade, ou parar, está obrigado a assinalar com a necessária antecedência a sua intenção. Conforme consta no Artigos n.º 48 a 52. Devendo o sinal manter-se ligado enquanto efetua a manobra e terminar logo que esta esteja concluída. Não esqueça de indicar, antecipadamente, o momento em que irá iniciar a marcha. A sinalização das manobras deve ser entendida não só pelos outros condutores, como também, pelos peões. Pois assim o peão saberá para onde o condutor pretende se dirigir podendo adequar o seu movimento. O condutor ao adotar uma atitude responsável e consciente, mantêm todos informados das suas intenções. A falta de sinalização das manobras, a sinalização incorreta ou mesmo a sinalização não atempada da respetiva manobra pode levar os outros veículos a não entenderem o que pretende realizar. Assim, a probabilidade de se envolver num sinistro aumenta exponencialmente. Uma condução defensiva deve ser executada sempre, independentemente do comportamento dos outros condutores e peões. Por pior que seja a situação que os outros lhe criam, devido à falta de sinalização das manobras, deve manter a calma e evitar mais complicações. Já agora, num tom mais ligeiro e caso dúvidas existissem, os gestos obscenos não são considerados como sinalização de manobras. Esteja atento quando estiver ao volante. Caso seja multado, o Multa Zero ajuda-o a contestar as suas multas de trânsito para que possa manter os seus pontos e a sua carta de condução. Ligue para o 211 455 416 ou envie-nos um email para apoio@multazero.pt e exponha o seu caso juntamente com o seu auto. Nós tratamos da sua defesa.
Ler MaisDicas da ANSR – Como transportar crianças em transportes públicos
Damos-lhe a conhecer os conselhos da ANSR, no que diz respeito às boas práticas de como transportar crianças em transportes públicos. Sempre que as crianças viagem em transportes públicos, importa ter em conta as seguintes recomendações segundo a ANSR: Nos táxis ou TVDE, tal como no carro da família, e mesmo em trajetos curtos, recomenda-se que as crianças usem cinto de segurança e cadeirinha adequada; Enquanto esperam pelo transporte público, como o autocarro, devem manter-se afastadas da faixa de rodagem. Nunca deverão entrar ou sair do veículo em andamento e as crianças mais pequenas deverão ir seguras pela mão de um adulto; Nos autocarros, existem lugares reservados que devem ser utilizados por quem viaja com crianças pequenas ao colo (encostadas aos adultos e presas pela cintura); As crianças mais velhas viajarão mais seguras sentadas e, no caso de não haver lugares livres, devem segurar-se firmemente aos varões; Ao saírem do veículo, e antes de atravessarem, as crianças devem esperar que este se afaste para verem e serem vistas pelos outros condutores; Em viagens de longo curso, são preferíveis veículos com cintos de segurança onde as cadeirinhas das crianças possam ser instaladas.
Ler MaisRadares da VCI vão começar a multar este mês
Os radares da VCI, no Porto, vão entrar em funcionamento, passando a autuar quem exceder os 80 quilómetros/hora, o limite de velocidade fixado. Os radares da Via de Cintura Interna, VCI, no Porto, vão entrar em funcionamento neste mês, passando a autuar quem exceder os 80 quilómetros/hora, o limite de velocidade fixado. Quem o garante é a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, ANSR, a entidade que tem competência para aplicar multas. “A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária está a promover testes, prevendo-se que os radares entrem em funcionamento durante o corrente mês de novembro”, é referido. Também consta na resposta que a ANSR dá este passo após a “Infraestruturas de Portugal, IP, ter concluído os trabalhos de modernização e compatibilização dos radares que possui na VCI”. Na realidade, o investimento na modernização dos pórticos, na ordem dos 100 mil euros, esteve a cargo da IP, que os apetrechou tecnicamente e tornou-os capazes de recolher a informação e transmiti-la diretamente à ANSR. Em julho, ao JN, a IP havia referido que só seriam passadas multas quando estivesse ultimada a “articulação entre todas as entidades interessadas”. Na altura, foi ressalvado que o “sancionamento dos infratores é da competência da ANSR”. Da parte da IP foi dito, igualmente, que “a dinamização deste processo tem unicamente em vista a acalmia do tráfego e consequente redução da sinistralidade”. Como é público, a VCI é uma das estradas mais congestionadas da Área Metropolitana, com um elevado número de acidentes. Na VCI existem ainda duas caixas de radares (junto ao Freixo e do acesso da A3, sentido Arrábida/Freixo) integradas no sistema SINCRO. É um projeto nacional – 50 caixas e 30 radares. Os radares vão rodando pelas diferentes estradas, pelo que nem sempre estão na VCI a multar. Dois radares fixos que nem sempre estão a funcionar Na VCI existem ainda duas caixas de radares (junto ao Freixo e do acesso da A3, sentido Arrábida/Freixo) integradas no sistema SINCRO. É um projeto nacional – 50 caixas e 30 radares. Os radares vão rodando pelas diferentes estradas, pelo que nem sempre estão na VCI a multar.
Ler MaisQuase 1 milhão de contraordenações rodoviárias marcam o ano de 2017
Em junho de 2016 iniciou-se a carta de condução por pontos. 1 ano depois, são muitos os condutores atuados com contraordenações rodoviárias. A segurança rodoviária é um tema que desde há muitos anos tem sido motivo para inúmeras campanhas e ações de sensibilização, com vista à instituição de boas práticas de condução e de respeito nas estradas portuguesas, como forma de redução dos índices de sinistralidade rodoviária. Em junho de 2016 foi implementada a carta de condução por pontos em Portugal e, ao final de 1 ano, ainda são muitos os automobilistas portugueses autuados por infrações ao código da estrada. Com a implementação do modelo de pontos na carta de condução, este primeiro ano resultou numa redução geral no volume de autos registados. O Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) afirma que houve uma diminuição no registo de multas leves em 18,2%, uma redução de 29,8% de multas graves e uma diminuição de 1,3% nos autos muito graves face ao ano de 2016. Em suma, e de acordo com os dados da PSP e do RASI, ao longo do ano 2017 registaram-se em Portugal: mais de 990 mil contraordenações rodoviárias; 56 mil contraordenações foram consideradas muito graves; mais de 177 mil condutores autuados por excesso de velocidade; – cerca de 280 mil condutores autuados pela PSP por conduzirem sob o efeito de álcool. Como resultados dos autos emitidos nestas operações de segurança rodoviária, o Estado arrecadou mais de 71 milhões de euros com multas(!). Se é um condutor experiente, ou mesmo que esteja a aprender a conduzir, tenha bem presentes as regras básicas de condução. Evite comportamentos que lhe possam custar multas e pontos na sua carta de condução e, acima de tudo, por em risco a segurança na via pública.
Ler Mais6 dicas para uma condução segura no outono
Prepare-se para as condições adversas do outono. Depois de um verão que, ano após ano, tende a prolongar-se até aos dias mais altos do mês de outubro, finalmente o outono se faz sentir. Nesta meia estação podemos esperar um contexto climático inconstante, entre dias de sol e de temperaturas agradáveis e dias de frio, de chuva e até de nevoeiro. No caminho para uma estação do ano (infelizmente) favorável ao aumento dos acidentes rodoviários, aproveitamos para lhe deixar algumas recomendações para uma condução segura. 1. Consulte o estado do tempo e do trânsito antes de conduzir Informe-se a priori sobre as condições climatéricas previstas para os vários períodos do dia, bem como o estado do trânsito nas zonas por onde prevê circular. Assim, conseguirá evitar acidentes, engarrafamentos e percursos que apresentem condições adversas e poderá, também, tomar as precauções certas para uma condução segura. 2. Verifique o estado dos pneus É importante adaptar a sua condução ao estado da via no outono e no inverno, uma vez que a chuva e o gelo poderão condicionar a distância de travagem. Também no verão, se o seu carro não estiver numa garagem, os seus pneus poderão ficar ressequidos. Não corra o risco de andar na estrada com pneus desgastados e com pouca aderência ao piso. Recomendamos que, ao fazer o check-up habitual ao seu veículo, tenha particular atenção ao estado dos pneus. 3. Garanta o bom estado do limpa para-brisas As escovas dos limpa para-brisas sofrem um grande desgaste com a sua utilização e com a sua exposição às variadíssimas condições climatéricas. Conduzir com um limpa para-brisas em mau estado pode levar a uma perda de 20% a 30% de visibilidade. É recomendável que substitua as escovas do limpa para-brisas uma vez por ano antes do inverno começar. 4. Ligue os médios sempre que a visibilidade for reduzida Com a mudança de estação e a alteração do fuso horário, os dias ficam obrigatoriamente mais curtos e as noites mais longas. A perda de algumas horas de luz durante o período ativo do dia pressupõe uma condução com visibilidade mais reduzida nas primeiras horas da manhã e ao final da tarde, durante as quais se recomenda a utilização das luzes de cruzamento (médios). 5. Atenção à aquaplanagem Em dias de chuva, o piso molhado pode representar um risco maior para a criação de lençóis de água. A água, ao acumular nos pneus, cria uma camada fina entre a borracha e a superfície da estrada, fazendo com que o pneu perca o seu contacto com o asfalto e deslize fora de controlo. 6. Conduza com tranquilidade Pensamento transversal a qualquer época do ano. Uma vez ao volante, devemos ter atenção a todos os fatores que estão ao nosso alcance e que podem influenciar a condução. Verifique sempre a posição e visibilidade dos seus espelhos e regule o seu banco antes de ligar o carro. Mantenha a calma ao pegar no volante, esteja atendo à estrada e obstáculos e evite movimentos bruscos.
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