Características e benefícios de veículos movidos a gasóleo
Os veículos movidos a gasóleo são conhecidos por serem mais eficientes em termos de combustível do que os veículos movidos a gasolina, têm uma vida útil mais longa e serem mais fáceis de manter. Os motores a gasóleo são projetados para funcionar com combustível diesel, que é menos inflamável e volátil do que a gasolina. O motor de um veículo movido a diesel funciona por meio de compressão, em vez de explosão controlada, como ocorre em um motor a gasolina. O combustível é injetado nos cilindros do motor, onde é comprimido por um pistão. Em seguida, o combustível é inflamado pela compressão, criando uma explosão que empurra o pistão para baixo e gira o virabrequim. Isso faz com que as rodas do veículo girem e o carro se mova para frente. Os motores a diesel são conhecidos por terem melhor desempenho em termos de torque e economia de combustível em comparação com os motores a gasolina. Aqui estão algumas características e benefícios dos veículos movidos a diesel: Maior eficiência energética: Os carros movidos a diesel geralmente têm uma eficiência energética maior do que os carros movidos a gasolina. Maior vida útil: Os carros movidos a diesel geralmente têm uma vida útil mais longa do que os carros movidos a gasolina. Melhor desempenho em termos de torque: Os carros movidos a diesel geralmente têm melhor desempenho em termos de torque do que os carros movidos a gasolina. Mais fácil de manter: Os carros movidos a diesel são geralmente mais fáceis e baratos de manter do que os carros movidos a gasolina. Mais econômicos: Os carros movidos a diesel geralmente têm um consumo menor de combustível do que os carros movidos a gasolina. Maior disponibilidade: Os carros movidos a diesel são amplamente disponíveis em todo o mundo.
Ler MaisCaracterísticas e benefícios de veículos movidos a gasolina
Os veículos movidos a gasolina são conhecidos por serem mais silenciosos e suaves do que os veículos movidos a diesel. Além disso, eles são mais fáceis de manter e têm uma vida útil mais longa. A gasolina é um combustível altamente inflamável e volátil, que é armazenado em um tanque no veículo. O motor de um veículo movido a gasolina funciona por meio de uma série de explosões controladas que ocorrem dentro dos cilindros do motor. A gasolina é injetada nos cilindros do motor, onde é misturada com ar e comprimida por um pistão. Em seguida, uma vela de ignição acende a mistura, criando uma explosão que empurra o pistão para baixo e gira o virabrequim. Isso faz com que as rodas do veículo girem e o carro se mova para frente. A gasolina é um combustível relativamente limpo, mas ainda assim emite poluentes prejudiciais ao meio ambiente. Aqui estão 10 benefícios de ter e conduzir um veículo a gasolina: Menor custo inicial: Os carros movidos a gasolina geralmente têm um preço inicial mais baixo do que os carros elétricos ou híbridos. Maior alcance: Os carros movidos a gasolina geralmente têm um alcance maior do que os carros elétricos ou híbridos. Facilidade de abastecimento: A gasolina é amplamente disponível em postos de combustível em todo o mundo. Manutenção mais fácil: Os carros movidos a gasolina são geralmente mais fáceis e baratos de manter do que os carros elétricos ou híbridos. Desempenho superior: Os carros movidos a gasolina geralmente têm melhor desempenho do que os carros elétricos ou híbridos. Mais silenciosos: Os carros movidos a gasolina são geralmente mais silenciosos do que os carros movidos a diesel. Mais suaves: Os carros movidos a gasolina são geralmente mais suaves do que os carros movidos a diesel. Mais fácil de dirigir: Os carros movidos a gasolina são geralmente mais fáceis de dirigir do que os carros elétricos ou híbridos. Mais fácil de revender: Os carros movidos a gasolina geralmente têm uma demanda maior no mercado de revenda do que os carros elétricos ou híbridos. Maior disponibilidade: Os carros movidos a gasolina são amplamente disponíveis em todo o mundo.
Ler MaisMultas por excesso de velocidade em Lisboa aumentam 60%
A quantidade de multas por excesso de velocidade registada em Lisboa no primeiro semestre do ano aumentou 60%, face ao mesmo período do ano transato, atingindo um volume médio de 900 multas diárias. Segundo o jornal Expresso, as multas graves duplicaram, passando a representar praticamente dois terços do total das infrações, ou seja, condutores que circulam a mais de 20km/h acima do limite de velocidade local, ficando sujeitos a coimas entre €120 e €600. As infrações muito graves também cresceram 2%, o que significa que em média 540 condutores em cada mês circulam a mais de 40 km/h para além do limite estipulado, com multas entre €300 e €1500. A Câmara Municipal de Lisboa (CML) em articulação com a ANSR aumentou o número de radares de 20 para 41 em junho de 2022, fator que justifica o aumento significativo de multas por excesso de velocidade. A CML justifica a instalação de novos radares com o objetivo de forçar os condutores a diminuírem a velocidade de circulação e consequentemente, a redução do número de acidentes e de vítimas envolvidas. Os 21 novos radares instalados entre junho de 2022 e junho de 2023 foram instalados nas zonas com maior sinistralidade de forma a complementar as posições dos radares existentes e reduzir o risco de acidentes. Segundo a ANSR, a nível nacional, ocorreram 342 mil infrações por excesso de velocidade, das quais mais de 50% são graves, nos primeiros seis meses deste ano, observando-se um crescimento de 16% face ao período homologo do ano anterior. Estando Lisboa em primeiro lugar da lista das contraordenações por excesso de velocidade, segue-se o concelho do Porto, com 52mil infrações. Tendo em conta que nos próximos meses o número de radares vai aumentar significativamente em todo o país, tudo indica que o volume de multas relativas a contraordenações graves e muito graves por excesso de velocidade continuem a aumentar.
Ler MaisDístico especial para automóveis elétricos
Não é obrigatório, mas um automóvel elétrico poderá ter um dístico que o permite usufruir vários benefícios na via publica. Um automóvel elétrico poderá ter um dístico relativo à sua categoria livre de emissões. Não é obrigatório, mas poderá ser caso utilize um posto de carregamento para elétricos ou estacione usufruindo do desconto ou isenção de pagamento na via pública. Nestes casos, quem não tiver o dístico correspondente está habilitado a uma coima. A necessidade de um dístico ou placa especial para carros elétricos pode variar de acordo com o país, estado ou cidade onde o veículo está registado e operando. Em muitos lugares, automóveis elétricos não requerem dísticos especiais apenas por serem elétricos, mas podem estar sujeitos a regulamentações específicas relacionadas à mobilidade elétrica e ao uso de infraestrutura de recarga. Aqui estão algumas considerações comuns relacionadas a carros elétricos: Isenção de impostos: Em alguns lugares, os carros elétricos podem estar isentos de certos impostos, como imposto sobre vendas ou imposto de circulação. Isso pode depender do modelo do carro e das políticas locais. Incentivos financeiros: Muitos governos oferecem incentivos financeiros para a compra de carros elétricos, como subsídios ou descontos fiscais. Esses incentivos podem estar vinculados a requisitos específicos, como a potência da bateria ou a eficiência energética. Acesso a faixas exclusivas: Em algumas cidades, os carros elétricos podem ter permissão para usar faixas exclusivas de trânsito ou áreas restritas a veículos de baixa emissão. Estacionamento gratuito ou com desconto: Alguns lugares oferecem estacionamento gratuito ou com desconto para carros elétricos como um incentivo adicional. Acesso a zonas de baixa emissão: Em áreas urbanas com restrições de emissões, os carros elétricos podem ser autorizados a circular em zonas de baixa emissão mesmo quando outros veículos são proibidos. Distintivos de identificação: Alguns lugares emitem adesivos ou distintivos que podem ser colocados nos carros elétricos para facilitar a identificação e o acesso a benefícios específicos. Recarga em postos públicos: Os carros elétricos podem precisar de cartões de acesso ou aplicativos específicos para carregar em estações de recarga públicas, mas isso não é exatamente um dístico especial. É importante verificar as regulamentações e políticas locais para entender os requisitos específicos para carros elétricos na sua região, uma vez que essas políticas podem variar significativamente. Geralmente, essas informações podem ser encontradas no site do governo local ou no departamento de trânsito. Parte superior do formulário. Em Portugal, os automóveis elétricos devem ter um dístico identificativo no canto inferior direito do para-brisas para poderem circular na via pública com restrições à circulação de veículos poluentes ou estacionar em zonas destinadas em exclusivo a veículos elétricos, por exemplo, em postos de carregamento. Este dístico pode ser pedido por qualquer pessoa que tenha um veículo com a anotação “elétrico” ou “elec/gasoli” no certificado de matrícula ou no documento único automóvel (DUA) e permite beneficiar de taxas reduzidas ou de isenção de pagamento de estacionamento em vários municípios do País, assim como estacionar nas zonas de carregamento de veículos elétricos. Sendo este elemento identificativo um mecanismo de discriminação positiva de veículos elétricos, acreditamos que este já deveria vir de “origem” com o veículo. Trata-se de uma característica do veículo independente do proprietário e, por isso, não faz sentido que este tenha de o pedir depois da compra do veículo. Quem pode pedir este dístico? Quem tenha um veículo com a anotação “elétrico” ou “elec/gasoli” no certificado de matrícula ou no documento único automóvel (DUA). Quais os documentos necessários para pedir o dístico identificativo para veículos elétricos? Para pedir este dístico precisa de: entregar o formulário de requerimento modelo 13-IMT preenchido e assinado. Este formulário está disponível online. Para o preencher, em “Pedido geral” deve colocar uma cruz em “Veículos”. Em “Requerente”, preencha com os dados do seu documento de identificação (bilhete de identidade ou cartão de cidadão). Onde se lê “Pedido”, deve escrever “Pedido de dístico identificativo para veículos elétricos” e em “Fim a que se destina” escreva “Identificar o veículo como veículo elétrico”; entregar uma fotocópia do certificado de matrícula ou do documento único automóvel (DUA) do veículo. De acordo com o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), no campo combustível deverá constar a informação “elétrico” ou “elec/gasoli”; ter o documento de identificação da pessoa proprietária do veículo. Onde se pode pedir o dístico identificativo para veículos elétricos? O dístico pode ser pedido presencialmente, num dos balcões de atendimento ao público do IMT. Pode, ainda, fazer o pedido pelo correio. Para isso, será necessário enviar toda a documentação para o endereço de um dos balcões do IMT, e solicitar a emissão e envio do dístico para a morada que consta do documento único automóvel (DUA) do veículo. Quanto custa o dístico? Se pedir o dístico num balcão do IMT, é gratuito. Se, por outro lado, optar por fazer o pedido por correio, terá um custo de cinco euros. O pagamento pode ser feito por referência multibanco ou cheque, passado à ordem de “IGCP, EPE”e enviado pelo correio juntamente com a documentação necessária para o pedido. A utilização do dístico é obrigatória? Não. Contudo, para poderem usufruir dos benefícios associados à detenção de um elétrico, caso do estacionamento gratuito durante o carregamento ou do estacionamento gratuito na via pública (em alguns municípios), os consumidores devem ter um dístico identificativo para veículos elétricos. Há multas para os condutores de elétricos que não tenham este dístico? Sim. Sempre que carreguem num posto de carregamento para veículos elétricos ou estacionem usufruindo do desconto ou isenção de pagamento na via pública, ficam sujeitos a coima.
Ler MaisRadares de medição de peso de veículos
O Departamento de Transportes de Nova York comunicou que foram instalados radares capazes de medir o peso dos veículos. No passado dia 7 de agosto o Departamento de Transportes de Nova York comunicou na sua página oficial da rede social X, que foram instalados novos radares na autoestrada que liga Brooklyn a Queens (BQE) capazes de medir o peso bruto do veículo e também o peso por eixo. O novo sistema de radares instalado em Nova York tem a capacidade de fotografar as matrículas dos veículos e emitirem automaticamente a respetiva coima. Este projeto pioneiro foi batizado por “BQE Weigh-In-Motion” e tive início no dia 10 de agosto. Como se pode ler na publicação, os condutores inicialmente serão apenas alertados quando não respeitarem os limites de peso dos veículos por correio, após os primeiros 90 dias, quem não respeitar os pesos registados no código da estrada, será castigado com multas que poderão chegar aos 600 dólares. O motivo para a instalação destes radares deve-se ao desgaste que os veículos pesados provocam nas estradas, no entanto, esta tipologia de veículos é também dos que mais poluem o ambiente, devido ao esforço dos motores e consequentemente à sua pegada de carbono. Com o aumento das alterações climáticas, cresce a preocupação da parte das grandes organizações mundiais em criarem soluções para mitigarem os danos no meio ambiente, e o setor automóvel será dos que mais irá sofrer com este fenómeno. A Federação Europeia dos Transportes e Ambiente comunicou recentemente a necessidade em reduzir a emissão de metais poluentes para a atmosfera, para que isso aconteça, uma das medidas em cima da mesa é a redução do tamanho médio dos veículos, resultando numa menor pegada de carbono. A urgência da União Europeia em ganhar autonomia na produção de energia e reduzir significativamente a pegada de carbono, aumenta a probabilidade de os radares de medição de peso dos veículos chegarem à Europa.
Ler MaisPosso transportar crianças no banco da frente?
Fique a saber tudo o que precisa para transportar crianças no banco da frente com toda a segurança. A segurança das crianças num veículo é uma preocupação importante, e as regras sobre quando uma criança pode sentar-se no banco da frente podem variar de acordo com as leis e regulamentos de trânsito de diferentes países e estados. Geralmente, é recomendado que as crianças se sentem no banco de trás do veículo até atingirem uma certa idade, peso e altura. Isso se deve ao fato de que o banco de trás é considerado mais seguro em caso de acidentes de trânsito. As diretrizes específicas sobre quando uma criança pode sentar-se no banco da frente podem variar, mas geralmente incluem: Idade: A maioria dos especialistas em segurança infantil recomenda que as crianças se sentem no banco de trás até pelo menos 12 anos de idade. No entanto, isso pode variar dependendo das regulamentações locais. Peso: Algumas regras de trânsito podem estipular um peso mínimo que uma criança deve atingir antes de poder sentar-se no banco da frente. Altura: A altura da criança também pode ser um fator importante. As regulamentações podem exigir que a criança tenha uma altura mínima para sentar-se no banco da frente. Uso de sistemas de retenção: Independentemente da idade, peso ou altura, é importante que as crianças sempre estejam em sistemas de retenção apropriados, como cadeirinhas, assentos de elevação ou cintos de segurança adaptados, de acordo com as regulamentações locais. Desativação do airbag: Se uma criança estiver sentada no banco da frente em um veículo com airbags frontais, o airbag deve ser desativado. Isso geralmente é feito por meio de um interruptor localizado no veículo. Lembre-se de que as regras podem variar significativamente de um lugar para outro, por isso é importante verificar as regulamentações locais ou consultar um especialista em segurança infantil para garantir que a criança esteja sendo transportada de maneira segura e de acordo com as leis da sua região. A segurança das crianças no trânsito deve ser sempre a principal preocupação. As crianças com menos de 12 anos de idade transportadas em automóveis equipados com cintos de segurança, desde que tenham altura inferior a 135 cm, devem ser seguras por sistema de retenção homologado e adaptado ao seu tamanho e peso. O transporte das crianças referidas no número anterior deve ser efetuado no banco da retaguarda, salvo nas seguintes situações: a) Se a criança tiver idade inferior a 3 anos e o transporte se fizer utilizando sistema de retenção virado para a retaguarda, não podendo, neste caso, estar ativada a almofada de ar frontal no lugar do passageiro; b) Se a criança tiver idade igual ou superior a 3 anos e o automóvel não dispuser de cintos de segurança no banco da retaguarda, ou não dispuser deste banco. Nos automóveis que não estejam equipados com cintos de segurança é proibido o transporte de crianças de idade inferior a 3 anos. As crianças com deficiência que apresentem condições graves de origem neuromotora, metabólica, degenerativa, congénita ou outra podem ser transportadas sem observância do disposto na parte final do n.º 1, desde que os assentos, cadeiras ou outros sistemas de retenção tenham em conta as suas necessidades específicas e sejam prescritos por médico da especialidade. Nos automóveis destinados ao transporte público de passageiros podem ser transportadas crianças sem observância do disposto nos números anteriores, desde que não o sejam nos bancos da frente. Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de (euro) 120 a (euro) 600 por cada criança transportada indevidamente.
Ler MaisSalão Automóvel de Munique 2023
O Salão Automóvel de Munique IAA Mobility 2023 apresentou ao mundo o lançamento de protótipos e de novos modelos automóveis. O Salão Automóvel de Munique IAA Mobility 2023 decorreu entre dia 5 e 10 de setembro e apresentou ao mundo o lançamento de protótipos e de novos modelos automóveis prontos para serem produzidos pelas maiores marcas de veículos do mundo. O Salão Automóvel de Munique deu a conhecer as principais novidades que estão prestes a surgir no setor dos automóveis, focados na eletrificação, segmento que já representa mais de 10% das vendas na Europa e cresce a um ritmo sem precedentes. As marcas de veículos asiáticos fizeram-se evidenciar, representando 40% dos fabricantes presentes no evento. As Chinesas BYD e Leapmotor surpreenderam tudo e todos com novas tecnologias inovadoras de eletrificação. Ainda não se sabe quando vão entrar no mercado europeu, no entanto, foi notória a ambição de continuar a inovar e competir com as maiores marcas mundiais do segmento elétrico. Mercedes, BMW e Porsche também marcaram presença no evento, mostrando a preocupação em se afirmarem no setor elétrico, desenvolvendo veículos ainda mais eficientes e à procura de estabelecer preços competitivos num mercado que ainda só é possível para alguns. Mini, Volkswagen, Opel, Cupra entre outras marcas europeias não deixaram de mostrar o caminho que querem percorrer, rumo à sustentabilidade e à mobilidade 100% elétrica. Os grandes desafios do setor passam pela redução dos custos da matéria-prima e pelo desenvolvimento de baterias com maior autonomia, sendo estes os fatores que impedem o segmento elétrico de crescer de forma ainda mais acentuada. Mas não foi só de carros que se fez o Salão Automóvel de Munique, trotinetas e bicicletas entre outras novidades relacionadas com a mobilidade elétrica também despertaram interesse de quem esteve presente. Autocarros e aeronaves elétricas foram algumas das grandes revelações da exposição. Mas as novidades não ficaram por aqui, a Coreana Samsung esteve presente para dar a conhecer software que vai conectar smartphones, carros e outros divises, rumo a uma sociedade totalmente conectada.
Ler MaisSaiba qual o impacto dos novos radares
As contas apontam para que o Estado receba mais 360 mil euros pelas multas processadas no primeiro dia de fiscalização dos novos radares. Segundo a ANSR, nas primeiras 24 horas cerca de 6 000 condutores foram apanhados em excesso de velocidade pelos 37 novos radares que ficaram operacionais a 1 de setembro. Apesar de ainda não terem sido processadas, as contas apontam para que caso os condutores paguem as coimas mais baixas, no valor de 60 euros, o Estado vai receber aproximadamente 360 mil euros. Desde a instalação destes novos dispositivos, o radar da EN125, ao 102,0 km (Faro), sentido Oeste-Este; o radar da A1, ao 188,6 km (Coimbra), sentido Sul-Norte; o radar da A4, ao 0,1 km (Matosinhos), sentido Este-Oeste; o radar da A29, ao 40,9 km (Vila Nova de Gaia), sentido Sul-Norte; e o radar da A23, ao 18,6 km (Vila Nova da Barquinha), sentido Este-Oeste, são os que registaram maior volume de multas em todo o território nacional. A introdução de novos radares de velocidade pode ter vários impactos na população, que podem variar dependendo da forma como esses radares são implementados e geridos. Alguns dos impactos mais comuns incluem: Redução de acidentes de trânsito: Um dos principais objetivos dos radares de velocidade é reduzir a velocidade dos veículos nas vias públicas. Isso pode levar a uma diminuição no número de acidentes de trânsito e, consequentemente, a uma redução nas lesões e mortes causadas por acidentes. Aumento da consciencialização sobre a segurança no trânsito: A presença de radares de velocidade pode aumentar a consciencialização dos motoristas sobre a importância de respeitar os limites de velocidade e seguir as regras de trânsito. Isso pode levar a uma mudança de comportamento a longo prazo em relação à segurança no trânsito. Maior cumprimento das leis de trânsito: Com a ameaça de multas por excesso de velocidade, os motoristas tendem a ser mais cuidadosos em seguir os limites de velocidade estabelecidos. Isso pode resultar numa maior conformidade com as leis de trânsito. Diminuição das receitas para o governo: Para muitos governos, a implementação de radares de velocidade é uma fonte de receita significativa, uma vez que as multas por excesso de velocidade geram dinheiro para o estado. Isso pode ser visto como positivo para o financiamento de serviços públicos, mas também pode ser controverso, com algumas pessoas alegando que os radares são usados principalmente como uma fonte de receita. Possíveis efeitos econômicos locais: Em algumas áreas, a presença de radares de velocidade pode desencorajar o tráfego em certas rotas ou regiões, o que pode afetar negativamente os negócios locais que dependem do tráfego de veículos, como postos de gasolina ou restaurantes. Reações mistas da população: A opinião da população em relação aos radares de velocidade pode ser dividida. Alguns podem vê-los como uma ferramenta eficaz para melhorar a segurança viária, enquanto outros podem considerá-los como uma fonte de incômodo e custos financeiros devido a multas. Impacto na mobilidade: Em algumas situações, a presença excessiva de radares de velocidade pode levar a uma condução excessivamente conservadora e congestionamento de tráfego, à medida que os motoristas reduzem drasticamente a velocidade para evitar multas. Isso pode afetar a mobilidade e a fluidez do tráfego em algumas áreas. Recorde-se que em Portugal, brevemente, estarão a funcionar um total de 123 radares de velocidade. Depois destes 37 ativos no passado dia 1 de setembro, a ANSR pretende adicionar mais 25 radares brevemente. Em resumo, os novos radares já começaram a ter impacto na população. A forma como estes radares são implementados e administrados, bem como a comunicação eficaz com a população sobre os seus objetivos e uso, desempenha um papel fundamental na determinação do seu impacto.
Ler MaisCoima e multa: quais as diferenças?
“Coima” e “multa” são termos frequentemente usados de forma intercambiável, mas em alguns contextos legais específicos, eles podem ter significados ligeiramente diferentes. Vamos explorar as diferenças gerais entre estes termos. Coima: Origem: O termo “coima” é mais comum em sistemas legais de países de língua portuguesa, como Portugal e Brasil. O termo “coima” é comumente usado em alguns países, como Portugal, para se referir a uma multa ou uma penalidade financeira imposta pelo Estado ou por uma autoridade competente como punição por uma infração ou violação de leis, regulamentos ou regras. A palavra “coima” é frequentemente utilizada no contexto de infrações de trânsito, violações fiscais, regulamentações ambientais, entre outras situações em que é necessário impor uma sanção monetária como forma de punição ou dissuasão. Em outros países, é mais comum utilizar o termo “multa” ou “penalidade” para se referir a essa ação. Portanto, “coima” é um termo específico de alguns países lusófonos e não é amplamente utilizado em todos os lugares de língua portuguesa Natureza: Uma coima é geralmente uma penalização pecuniária que é imposta por um órgão judicial ou autoridade competente como consequência de uma infração legal ou regulamentar. Ela é frequentemente usada para punir transgressões de natureza penal ou administrativa. Gravidade: As coimas podem variar em gravidade e são muitas vezes ajustadas com base na gravidade da infração e nas circunstâncias individuais do caso. Elas podem ser fixas ou proporcionais à gravidade da infração. Aplicação: Geralmente, as coimas são aplicadas por tribunais ou autoridades reguladoras, como polícia, agências governamentais ou autoridades de trânsito. Multa: Origem: O termo “multa” é mais abrangente e é amplamente utilizado em sistemas legais em todo o mundo. Natureza: Uma multa é uma penalização financeira imposta por um tribunal ou autoridade competente como resultado de uma violação de leis ou regulamentos. Assim como as coimas, as multas podem ser usadas para punir transgressões de natureza penal, civil ou administrativa. Gravidade: Assim como as coimas, as multas podem variar em gravidade e são frequentemente determinadas com base na gravidade da infração e nas circunstâncias individuais do caso. Aplicação: As multas podem ser aplicadas em diversos contextos legais, incluindo questões criminais, civis e administrativas. Elas podem ser usadas para punir uma variedade de infrações, desde infrações de trânsito até infrações criminais graves. Em resumo, a principal diferença entre “coima” e “multa” está na origem linguística e no uso regional. Ambos os termos se referem a penalizações financeiras impostas como resultado de infrações legais, e a diferença mais significativa está na preferência de uso de cada termo em diferentes sistemas legais. Em muitos casos, eles são equivalentes em significado e aplicação.
Ler MaisOs postos de carregamento elétricos em Portugal
Atualmente em Portugal, em média há 53 postos de carregamento elétrico por cada 100 km de estrada, resultando em mais de 3 mil postos. Segundo um estudo da Agência Internacional de Energia (IEA), as vendas de automóveis elétricos irão subir 35% em 2023 e atingir 18% das vendas globais de veículos de passageiros. Conheça os tipos de carregamento e onde estão os postos de carregamento elétricos. De acordo com a Associação Automóvel de Portugal (ACAP) as vendas de carros 100% elétricos em território nacional aumentaram 34,4% em 2022, face ao ano anterior. Apesar do crescimento, a conjuntura em Portugal não facilita a democratização dos automóveis elétricos, a maioria tem pouca autonomia o que torna a escolha entre um carro a combustão e um elétrico, favorável aos veículos movidos a combustíveis fosseis. Atualmente em Portugal, em média há 53 postos de carregamento na rede pública por cada 100 km de estrada, havendo mais de 3 mil postos em Portugal. Para usar um posto de carregamento público, precisa de ter um cartão de mobilidade elétrica adquirido de um Comercializador de Eletricidade para a Mobilidade Elétrica (CEME). Os postos de carregamento elétrico estão localizados em espaços públicos, como estacionamentos na via pública, parques de estacionamento, centros comerciais, aeroportos ou áreas de serviço. Para poder carregar a bateria do seu automóvel terá de utilizar o cartão CEME nos postos de abastecimento: normal, semirrápido, rápido ou ultrarrápido. Normal – Potência inferior a 7,4 kW (duração: pode demorar mais de 8 horas) Semirrápido – Potência superior a 22 kW e inferior a 150 kW (duração: entre 1 hora e 1 hora e meia) Rápido – Potência entre 7,4 kW e 22 kW inclusive (duração: até 4 horas) Ultrarrápido – Potência igual ou superior a 150kW (duração: 1 hora) É importante saber que cada veículo tem a sua capacidade de carregamento e alguns têm cabos próprios para o efeito no caso de postos de carregamento normal. O valor por cada carregamento, não depende do posto de abastecimento, mas sim da entidade que comercializa a energia. Conheça a lista de postos de abastecimento elétricos em Portugal no site Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos (UVE). Fruto do desenvolvimento tecnológico prevê-se que haja uma melhoria da autonomia e espera-se que ao longo desta década, os automóveis elétricos consigam ter uma performance semelhantes aos carros a combustão.
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